Namorando alguém, mas no amor com outra pessoa

as pessoas não namoram mais porque gostam ou amam a outra pessoa

2020.10.17 05:28 POL4RGTS as pessoas não namoram mais porque gostam ou amam a outra pessoa

nessa quarentena conversei com várias pessoa pelo zipzop, entre essas pessoas vou citar 3 meninas:
a primeira é a periquitosvalda, conversei com ela durante 1 ou 2 meses mais ou menos, pegamos intimidade, conversávamos sobre tudo, inclusive “safadezas”, ela chegou a me mandar nuds, e lógico que gostei.
esse negócio dos nuds ficou durante dias, até que ela começou a namorar, fiquei de boa, mas bugado.
e com as outras 2 meninas a jucelina e a bucetilde aconteceu as mesmas coisas, trocamos nuds quase todas as noites (aconteceu em períodos diferentes) e foi muito bom, até que as duas também começaram a namorar e fui deixado de lado. mas por mim estava tudo bem.
só que fiquei pensando, as pessoas não namoram hoje em dia porque amam ou gostam da outra pessoa, e sim para ocupar um vazio, onde um chama o outro de amor mesmo sem amar. namoram para não ficarem sozinhas, porque tem medo da solidão. pensa só, uma noite conversando safadeza com uma pessoa, e no dia seguinte namorando, não é estranho?
bom, esse é meu modo de pensar, desculpe se me expressei errado ou se ofendi alguém.
tamujuntu garaio <3
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2020.10.09 04:51 PolyglotSam Apaixonado por um amigo; Talvez haja reciprocidade, mas o contexto é complexo

Isso também é um desabafo, pq ninguém quer me ouvir dizer, mas eu preciso falar.
Eu (19, M, Bi) sinto que eu estou preso, romanticamente preso. Já cheguei a fazer um post em outro sub, há exatos 1 ano, sobre essa mesma situação, e isso me fez ver q eu tô fudido.
Bom, começando do começo. Eu tenho um amigo, vamos chamar ele de Léo, e ano passado eu e ele estudamos juntos no terceirão. A princípio ele namorava uma menina, e isso me fez acreditar que era impossível existir qualquer lance entre a gente. No entanto, há um ano, eu descobri que ele não é hétero, apesar de estar em um relacionamento hétero, mas sim bi. Isso fez minha cabeça surtar com suposições e idealizações de um possível futuro junto dele. E isso não parou, nem por um momento, ao longo de um ano, mesmo sem convívio diário. Só consigo pensar nele quando eu penso em "amor". Eu me sinto feliz na risada dele. E 99% do tempo eu queria estar no abraço dele.
Ele ainda namora essa menina, que por sinal é bem legal. Por isso, eu me sinto culpado por ainda estar gostando dele. E assim, há algum tempo eu resolvi dizer pra ele como eu me sentia - mesmo sabendo q ele estava comprometido - a fim de tentar me sentir melhor, e ver se só assim eu conseguiria seguir em frente.
O ponto é, eu não quero seguir em frente e esquecer ele. Ele não é super bonito, mas é atraente pra mim. Eu gosto do jeito que ele é quieto, mas quando fala, acerta. Como ele escuta os papos que eu tenho pra falar. Como eu gosto de ouvir e falar o nome dele. Eu me sinto 200% culpado por gostar de uma pessoa que já tem um amor. Mas ainda sim, essa sensação me vicia, a sensação de querer alguém. De estar apaixonado.
Alguns detalhes são importantes: Quando conversei com ele, ele foi super compreensivo, me explicou que ele estava namorando e tudo aquilo, mas em nenhum momento ficou zangado/puto comigo. Eu resolvi perguntar pra ele se, caso não estivesse namorando, a gente rolaria, vulgo se ele tinha interesse em mim. E a resposta foi sim. Isso fez com que eu não desistisse daquela esperança, e, consequentemente, da gente.
Eu não desejo mal à ninguém, e é muito longe de mim desejar o fim do relacionamento alheio, então eu optei só por esperar. E, como é bem raro alguém aparecer na minha vida, fez sentido pra mim. O problema é que eu comecei a analisar que eu só tenho atração por alguém se eu estou apaixonado por ela. Isso impede que eu fique com pessoas aleatórias, pq pra mim não faz sentido. Ou seja, como eu gosto dele, eu acabo sendo o cara que fica sozinho, enquanto ele tá lá, com a namorada. Mas isso não tem nada a ver com ele, até porque eu não falei mais sobre gostar dele depois dessa ultima conversa na qual ele disse q a gente rolaria.
Agora, ele tacou gasolina na fogueira: Em um dia que estávamos jogando, ele flertou comigo, tipo, MESMO. Foi uma piada com conotação sexual direcionada a mim. Quando ouvi aquilo, eu entrei em um mini-pânico e não soube o que responder, mas acabei flertando de volta. Desde então minha mente cria histórias e cenários. E eu to feliz em cada um deles. Inclusive, tentando concretizar esses cenários eu escrevi um conto (muitas páginas, mais do que eu me orgulho em dizer) onde a gente realmente tá junto.
Eu só tô tão triste por estar sozinho, isso faz parecer que eu não mereço ser amado, e ter tudo aquilo que os outros têm. Isso me faz achar que nunca, mas nunca, vou ter alguém do meu lado. Cada chabce que eu podia ter na vida não deu certo por algum motivo. Eu to cansado de sonhar, de ter devaneios com saudade do que eu nunca tive. Eu só queria ele.
TL;DR: Me apaixonei pelo meu amigo bissexual que está num relacionamento hétero; mas que demonstrou ter interesse em mim, mostrando potencialmente um sentimento recíproco. Me invovi romanticamente com uma ideia de futuro e isso me fez ficar preso sozinho com meu coração estando nas mãos de outra pessoa. E, aparentemente, eu não quero seguir em frente.
Opiniões?
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2020.10.09 03:59 PolyglotSam Apaixonado por um amigo; Talvez haja reciprocidade, mas o contexto é complexo

*Copiado de outro post meu em outro sub, mas é relevante aqui também.
Eu (19, M, Bi) sinto que eu estou preso, romanticamente preso. Já cheguei a fazer um post em outro sub, há exatos 1 ano, sobre essa mesma situação, e isso me fez ver q eu tô fudido.
Bom, começando do começo. Eu tenho um amigo, vamos chamar ele de Léo, e ano passado eu e ele estudamos juntos no terceirão. A princípio ele namorava uma menina, e isso me fez acreditar que era impossível existir qualquer lance entre a gente. No entanto, há um ano, eu descobri que ele não é hétero, apesar de estar em um relacionamento hétero, mas sim bi. Isso fez minha cabeça surtar com suposições e idealizações de um possível futuro junto dele. E isso não parou, nem por um momento, ao longo de um ano, mesmo sem convívio diário. Só consigo pensar nele quando eu penso em "amor". Eu me sinto feliz na risada dele. E 99% do tempo eu queria estar no abraço dele.
Ele ainda namora essa menina, que por sinal é bem legal. Por isso, eu me sinto culpado por ainda estar gostando dele. E assim, há algum tempo eu resolvi dizer pra ele como eu me sentia - mesmo sabendo q ele estava comprometido - a fim de tentar me sentir melhor, e ver se só assim eu conseguiria seguir em frente.
O ponto é, eu não quero seguir em frente e esquecer ele. Ele não é super bonito, mas é atraente pra mim. Eu gosto do jeito que ele é quieto, mas quando fala, acerta. Como ele escuta os papos que eu tenho pra falar. Como eu gosto de ouvir e falar o nome dele. Eu me sinto 200% culpado por gostar de uma pessoa que já tem um amor. Mas ainda sim, essa sensação me vicia, a sensação de querer alguém. De estar apaixonado.
Alguns detalhes são importantes: Quando conversei com ele, ele foi super compreensivo, me explicou que ele estava namorando e tudo aquilo, mas em nenhum momento ficou zangado/puto comigo. Eu resolvi perguntar pra ele se, caso não estivesse namorando, a gente rolaria, vulgo se ele tinha interesse em mim. E a resposta foi sim. Isso fez com que eu não desistisse daquela esperança, e, consequentemente, da gente.
Eu não desejo mal à ninguém, e é muito longe de mim desejar o fim do relacionamento alheio, então eu optei só por esperar. E, como é bem raro alguém aparecer na minha vida, fez sentido pra mim. O problema é que eu comecei a analisar que eu só tenho atração por alguém se eu estou apaixonado por ela. Isso impede que eu fique com pessoas aleatórias, pq pra mim não faz sentido. Ou seja, como eu gosto dele, eu acabo sendo o cara que fica sozinho, enquanto ele tá lá, com a namorada. Mas isso não tem nada a ver com ele, até porque eu não falei mais sobre gostar dele depois dessa ultima conversa na qual ele disse q a gente rolaria.
Agora, ele tacou gasolina na fogueira: Em um dia que estávamos jogando, ele flertou comigo, tipo, MESMO. Foi uma piada com conotação sexual direcionada a mim. Quando ouvi aquilo, eu entrei em um mini-pânico e não soube o que responder, mas acabei flertando de volta. Desde então minha mente cria histórias e cenários. E eu to feliz em cada um deles. Inclusive, tentando concretizar esses cenários eu escrevi um conto (muitas páginas, mais do que eu me orgulho em dizer) onde a gente realmente tá junto.
Eu só tô tão triste por estar sozinho, isso faz parecer que eu não mereço ser amado, e ter tudo aquilo que os outros têm. Isso me faz achar que nunca, mas nunca, vou ter alguém do meu lado. Cada chabce que eu podia ter na vida não deu certo por algum motivo. Eu to cansado de sonhar, de ter devaneios com saudade do que eu nunca tive. Eu só queria ele.
TL;DR: Me apaixonei pelo meu amigo bissexual que está num relacionamento hétero; mas que demonstrou ter interesse em mim, mostrando potencialmente um sentimento recíproco. Me invovi romanticamente com uma ideia de futuro e isso me fez ficar preso sozinho com meu coração estando nas mãos de outra pessoa. E, aparentemente, eu não quero seguir em frente.
Opiniões?
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2020.10.04 16:31 111DarkGuy A mulher que eu amo tá com outro cara e eu tô me sentindo um lixo.

Eu entrei pra vida "adulta" faz pouco tempo, e sinceramente minha adolescência não foi das melhores ou das mais bem vividas, então não tenho tanta experiência com relacionamentos.
Alguns anos atrás, eu conheci essa garota, ela é tudo de bom... amável, carinhosa, esperta, bonita, sei lá. É uma pessoa que eu admiro em diversos aspectos diferentes. Ela mora um pouco longe de mim, mas a gente meio que "clicou" imediatamente. A gente se aproximou muito rápido e sei lá, tava tudo dando certo, nós éramos basicamente namorados, só faltava a gente se assumir. Até que por algum raio de motivo que nem eu nem ela lembramos mais, a gente brigou. Ficamos um bom tempo sem nos falar. Reatamos contato esse ano, e eu, trouxa, me apaixonei por ela mais uma vez.
Bom, ela falou que não sente o mesmo, que não busca relacionamentos no momento, que talvez um dia, bla bla bla. Basicamente, eu tava sentindo mesmo que ela tava um tanto bloqueada comigo. Lembrando que tô resumindo muito a história pra não fazer um negócio gigante e muito detalhista. Enfim, eu conversei com alguns amigos meus e eles me ajudaram a perceber que talvez eu estava colocando a carroça na frente dos bois e sendo muito "juvenil" na minha abordagem. E parando pra pensar nisso, realmente, eu tava indo muito pra cima dela com essa de paixão, amor, namoro, mas sei lá, ela não tá bem com o emocional muito bom nos últimos meses pra isso, não é disso que ela precisa de mim, no momento.
Então eu falei "Ok, vou lidar com isso como adulto", chamei ela pra conversar e expliquei que eu acho que fui muito apressado e desengonçado na minha abordagem, que de agora em diante eu vou ser um amigo e um suporte pra ela, porque acho que ela precisa mais disso, no momento. Sugeri que ela fosse em um terapeuta (porque sinceramente, ela tá precisando), basicamente, falei que eu vou deixar esse meu sentimental em standby com ela, por enquanto, porque sinto que não é a hora. Ela me agradeceu, falou que sente que agora nós estamos sendo honestos um com o outro, que sente que o "bloqueio" que ela tinha comigo sumiu.
Aí ela disse que tá gostando de alguém. Inclusive, eles estão praticamente namorando. Eu sei lá, eu tava pronto pra deixar meus sentimentos de lado, mas essa notícia foi um baque muito grande... ela me disse isso, e eu aqui, me segurando pra não ter ciúmes, não ficar triste, pra sei lá, ficar feliz por ela. O cara em questão é conhecido meu também, ele não é babaca, não vai tratar ela mal. Mas manos... Eu não consigo me impedir de querer que esse relacionamento dela dê errado... Eu to me sentindo extremamente culpado, e é horrível esconder isso dela, mesmo sabendo que é o melhor a se fazer, pra não gerar briga e tal. Eu me propus a agir como adulto nessa situação e não ficar com esse tititi adolescente de "Ah, eu gosto dela mas ela gosta de outro", mas caramba, é um negócio que dói demais.
Bem, por enquanto os dois estão só "se conhecendo", não têm nada sério ou coisa do tipo, mas eu to percebendo que isso vai pra frente e tal... E eu não posso, nem devo fazer nada a respeito disso. Basicamente, eu perdi essa. Como praticamente tudo na minha vida amorosa até agora, eu perdi kk e eu to extremamente mal.
Então é... agora eu tô todo fragmentado aqui, metade de mim quer que ela seja feliz, quer estar lá por ela se ela precisar, quer acompanhar a jornada dela na vida mesmo que só como um amigo. A outra metade quer só que aquele relacionamento dela dê errado, que a vida me dê uma chance que seja de fazer ela feliz, eu, sozinho. E eu sei qual é o jeito certo e qual o jeito errado de agir, mas agir do jeito certo é MUITO difícil e sinceramente, dos dois jeitos eu vou me machucar bastante.
Tem muita coisa dessa história que eu não contei por preguiça e por não querer encher demais de texto, eu também não sou livre de problemas emocionais (mas diferente dela, eu estou na terapia e me cuidando e tal), mas o ponto é que eu devo MUITO a essa garota por coisas do passado. Não é só uma random que eu consigo simplesmente superar e seguir em frente, é muito, muito complicado. Eu real me apaixonei pesadamente por ela e "superar" isso vai ser um processo difícil, demorado e doloroso, se não impossível.
Enfim, obrigado pros 5 que lerem isso, é nóis galera.
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2020.09.19 21:37 niallwhore Meu ex namorado estragou tudo e esse foi o maior favor que ele já me fez!

Segura que lá vem o textão com meu relato e uma mensagenzinha motivacional pra quem ta sofrendo por quem não te merece. :}
Esse ano eu conheci um rapaz por quem me apaixonei muito. A gente namorou por 5 meses e tivemos um relacionamento extremamente abusivo: ele me acusava constantemente de traição, não queria passar os finais de semana comigo, me agredia verbalmente, era obcecado com instagram e vivia brigando comigo por coisas fúteis relacionadas a redes sociais, não deixava eu ter amigos, não me avisava com antecedência quando ele ia sair pra visitar a amiga dele, sempre brigava comigo, ficava bravo quando eu comprava coisas pra mim, colocava palavras na minha boca, não confiava em mim nunca, ficou do lado do cara que me abusou psicologica e fisicamente - ao invés de acreditar em mim, ele ficava jogando essa história na minha cara como se eu tivesse culpa, além de tudo ele tinha CIÚMES do cara que me abusou. Enfim, comi o pão que o diabo amassou.
Foram 5 meses levando porrada, até que um dia ele desistiu de mim e terminou comigo. A justificativa dele era que eu ficaria melhor sem ele - ao invés de tentar trabalhar as coisas que estavam ruins, ele decidiu fugir. Ele terminou comigo umas 10 vezes enquanto a gente namorava e depois voltava atrás, mas essa última vez eu fui forte, peguei as palavras dele, aceitei o término e não voltei atrás.
Lidar com esse término tem sido extremamente difícil, porque eu ainda o amo demais, eu sinto falta dele todos os dias. Porém, desde que ele terminou comigo eu me apeguei aos meus amigos que se importam comigo, me reaproximei dessas pessoas e aprendi a ser um bom amigo novamente e estar ali pra eles.
Perder o direito de ter amigos quando eu namorei me fez valorizar muito mais as minhas amizades. É muito ruim e assustador não ter ninguém.
Estou passando por maus bocados, mas eu fico muito feliz de ver que não estou sozinho, sabe? De ter meus amigos e minha mãe me apoiando e me fazendo sentir como uma pessoa boa novamente (porque quando eu namorava ele fazia acusações tão graves sobre mim que saí me sentindo o pior monstro do mundo).
É bom demais desabafar com as pessoas próximas e não ouvir como resposta um “fica tranquilo que vai dar tudo certo” ou não me culparem por estar me sentindo mal e brigarem comigo igual meu ex fazia.
Eu estou podendo jogar videogame de novo, e não fico mais triste de passar os domingos sozinho, porque afinal eu estou solteiro, e ta tudo bem. Além de tudo, todo o espaço vazio que o fim do relacionamento deixou, eu estou usando para desenvolver projetos pessoais e profissionais, inclusive tenho uma amiga que ta me apoiando e me inspirando muito a explorar cada vez mais os meus potenciais.
Meu ex se arrependeu muito de ter terminado comigo e deixou claro várias vezes que faria de tudo pra me recuperar. Ele me disse que mudou, que se voltássemos a namorar tudo seria diferente, etc. Por mais atrativo que isso fosse, porque eu ainda o amava (e ainda o amo), eu fui forte e sempre tentava lembrar de tudo que eu fui forçado a deixar de lado porque ele mandou. Sem contar que o fato de ele ter me culpabilizado e me feito lembrar tantas vezes do abuso que sofri foi algo que eu não consegui perdoar.
Enfim, as semanas foram passando e depois de tantos surtos, indiretas injustas sobre mim que ele ficava postando nas redes sociais, entre outras coisas como o fato de ele ter ido brigar com uma amiga minha porque ela deu unfollow nele no instagram e de ele ter seguido um conhecido meu e dado block nele em sequência, as coisas foram acalmando um pouco. Ele parecia realmente estar mudando, e obvio que isso mexeu com meu coraçãozin de gado.
Embora não tivesse sido o bastante pra eu voltar pra ele, foi algo que me fez não querer afastar e tirar ele da minha vida. Eu deixei uma janelinha aberta pra ele entrar, caso se comportasse. E depois de vários dias que a gente estava se dando bem, eu decidi que iria acompanhar ele em um exame que ele ia fazer e ele falou que queria que eu fosse junto.
Eu fui acompanhá-lo e na hora de ir embora, ele disse que queria voltar pra mim e tal. Então eu conversei com ele durante horas com a maior honestidade sobre tudo que eu tava sentindo, e eu concluí a conversa dizendo a ele que se eu realmente sou o amor da vida dele e se ele realmente estivesse mudando, o tempo eventualmente iria mostrar e a gente iria acabar ficando juntos se fosse para ser. Ele disse que estava disposto a deixar o tempo mostrar que ele estava falando a verdade, então embora a gente não tenha decidido se afastar de vez nem voltar, a possibilidade tava ali no ar caso ele quisesse agarrar.
A conversa foi na quarta-feira. Quinta-feira eu segui no instagram um amigo de longa data com quem eu havia perdido contato. Em um plot twist bizarro, meu ex uma duas horas depois desse follow veio querer tirar satisfação comigo referente a este amigo que eu segui. Sendo que a gente tinha conversado sobre como esse tipo de comportamento dele era nocivo um dia antes.
Mano, eu fiquei puto com ele e me permiti surtar e falar o quanto que ele foi invasivo e o quanto essa situação foi fodida. Eu fiquei tão irritado com o que ele fez que não queria mais falar com ele. Ele me ligou algumas vezes durante a madrugada e mandou inúmeras mensagens implorando pelo perdão. Mas eu precisava ficar sozinho pra processar tudo aquilo.
É, galera, quando a gente ta apaixonado a gente é trouxa o bastante pra se decepcionar com a pessoa mesmo ela ja tendo vacilado com você inúmeras vezes antes.
Beleza né, no dia seguinte descubro que ele seguiu outro amigo meu com quem não tenho mais contato no instagram (e meu ex morria de ciúmes desse menino, porque nós já fomos muito próximos como amigos e tinha algumas fotos com ele no meu instagram). Além de ele ter dado follow no menino, eles trocaram vários likes em fotos. Eu vi aquilo e decidi que iria retirar meu ex das minhas redes sociais, eu chorei muito muito mesmo, mas beleza.
Menos de uma hora depois meu ex começou a me ligar de novo e implorar pra eu conversar com ele, porque ele não iria aguentar me perder e que precisava de mim. Eu primeiro tive que mandar uma foto minha chorando pra ver se ele acordava pra vida de que ele foi longe demais e depois fui bem grosseiro ao pedir para ele me deixar quieto. Ele disse que iria me deixar quieto, mas implorou pra eu não sumir de vez e encerrou com um “te amo, até”.
Depois dessa conversa fui conversar com esse meu amigo que ele seguiu no instagram, e o meu amigo disse que tinha conversado com meu ex pra tirar essa história a limpo (pra ver se ele ainda tava namorando comigo e tals) e meu amigo falou que meu ex disse que já tínhamos terminado e ele não queria mais ter nada a ver comigo. Além disso, meu ex falou sobre mim com deboche pra ele, como se o relacionamento tivesse dado errado e acabado por minha culpa.
Bom, gente, eu tinha tudo pra ficar arrasado com isso tudo, porque uns minutos antes o menino tava implorando por mim enquanto ele dava em cima de alguém que eu conheço e já fez parte da minha vida. Ele me acusou de traição durante 5 meses, e quem se provou um grande mentiroso e um traidor do mais baixo nível foi ele. Ontem eu finalmente entendi que ele tentava constantemente me diminuir e dizer que eu sou péssima pessoa, porque na verdade era ele quem fazia tudo isso e ele só estava projetando essas coisas em mim.
No final das contas, embora eu esteja muito triste, eu estou muito grato por ele ter estragado tudo e ter mostrado quem ele realmente é. Imaginem que merda se eu tivesse acreditado nele e voltado pra ele? Fico imaginando quantos chifres que eu levei durante esse relacionamento e fico muito feliz que todo esse abuso acabou.
Eu não estou contente, mas eu estou extremamente satisfeito que estou aprendendo a viver minha vida sem ele e me recuperando de um monte de merdas que aconteceram na minha vida (até antes mesmo de eu ter conhecido ele) ao lado dos amigos que se importam comigo e da minha família. Estou extremamente carente, mas eu nunca vou me submeter a voltar com alguém que me traiu dessa forma e ter esse conhecimento é tudo de bom, é libertador saber que quem mais apontou pra mim é a pessoa que mais fez as cagadas que falava que eu fazia.
Tudo isso pra eu dizer, meus amigos, que tudo bem sofrer por amor. Sua vida vale muito mais que um relacionamento abusivo ou alguém que te ilude. Se você ta malzão ou malzona porque seu amor te maltrata, te humilha, trai ou mente pra você, aprenda a se amar em primeiro lugar porque você tem potencial de fazer coisas incríveis! Onde há vida, há potencial.
Se você ta se sentindo sozinho se apegue aos seus amigos, se não tem amigos se apegue a sua família. Vai conhecer gente nova, às vezes perder uma pessoa nos faz sentir que estamos perdendo o nosso mundo, mas nós ainda teremos um universo inteiro para explorar.
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2020.09.09 04:41 kriskastro Cada vez mais quebrado e tentando juntar os cacos

Gente, já li de tudo por aqui e adoro os temas sobre relacionamento. Dessa vez chegou a minha vez de desabafar. : PS: Sorry pelo textão, mas é que eu preciso externar um pouco de tudo pra ver se me serve de alguma coisa.
Já não sou mais um adolescente, mas também não chego a ser já um adulto de meia idade; mas tá perto rs. Tenho 27 anos, já beirando os 28. Nunca engatei definitivamente em um relacionamento sério e nem sei se sou preparado para isso efetivamente, serio mesmo. Minha família é meio fudi* sobre relacionamentos. Pais separados, confusões aqui e ali e até pelo que pude perceber sobre os que estão além dos meus pais, digo tios e tias, a situação não é muito animadora ou exemplar. Enfim, sinto até que de alguma forma por não ter bons exemplos ou referências em casa isso de alguma forma pode ter me afetado, me travado, ou até mesmo me ter deixado com um certo nível de ansiedade/panico. Sei lá. Moro com a minha mãe ainda e meu irmão mais novo.
Sou uma pessoa que simplesmente não sai e resolveu viver isolado na sua própria bolha; diria até que com poucos amigos próximos, digamos assim... (sabe daqueles que você pode literalmente contar com eles para o que der e vier? Pois é.). Já sou formado, pago as próprias contas, ajudo até de certa forma a segurar ainda a estrutura financeira abalada em casa. SIM, meu pai era o provedor do dinheiro como toda "família tradicional" brasileira; mas hoje me dia minha mãe já tem a fonte de renda dela que se complementa com a minha. E meu pai acho que ainda ajuda só por conta do meu irmão mais novo mesmo.
Enfim, sinto que o tempo vai passando e passando e a maneira como eu vivo hoje me incomoda. Não quero ter esse papel de "pai provedor" da família que eu ainda não tive, se é que me entendem. Sinto que preciso mudar e sair dessa zona de (des)conforto, mas ao mesmo tempo vivo um dilema entre a responsabilidade para com aqueles que estão comigo e a vontade de construir algo meu, a minha própria história. Agora assim, sair de casa pra (sobre)viver e ficar a ver navios é foda, até pq a vida sozinho é bad trip total. Nessa parte, já quero introduzir o tema o relacionamento que até então são inexistentes; penso que de alguma forma quando você tem alguém que vale a pena você lutar para que as coisas deem certo, e obviamente a pessoa também queira, de alguma forma os dois conseguem encontrar alguma felicidade em meio a tudo, mesmo diante das dificuldades.
Mas vamos lá que já estou é divagando aqui. Sobre relacionamentos: sou uma pessoa extramente fechada. Não saio. Como disse, sou de poucos ou quase nenhum amigo próximo. Não considero conhecidos ou colegas de trabalho como alguém que se pode contar muito, sabe. Obviamente pra não pirar da batatinha, pelo menos cresci aderindo ao hobby de jogar video games pra aliviar um pouco o estresse e até a deprê - na verdade herdei esse hobby da adolescência e acho que os sentimentos meio depressivos também. Tenho ps4 que mal jogo hoje em dia, mas ainda me divirto um pouco no pc com uma galera muito massa no lol kk. SIM. 27 anos jogando ainda League of Legends. Mas voltando... pra piorar um pouco, tenho de certa forma uma atração, ou sei lá um imã, pra garotas que são bem peculiares, digamos assim.
O meu primeiro contato na adolescência que talvez pudesse ter rendido um relacionamento foi com uma garota que conheci no Tinder. Eu deveria ter uns 17 anos mais ou menos. Nem tinha entrado na faculdade. Ela era gata e inteligentíssima, mas não me recordo o nome dela. Sente o drama: depois de semanas conversando e praticamente se descobrindo quase que nascidos um pro outro, ela me revelou que fazia tratamento para câncer e já faziam anos e mais anos na luta. As fotos dela eram de peruca, sabe. Tanto que depois de semanas ela começou a me mostrar as fotos já carequinha. Ela morava no interior e vinha de tempos em tempos aqui pra cidade fazer o tratamento dela. O namorado dela a deixou depois dessa bad trip. Enfim, um negócio pesadíssimo. Quase como A culpa é das estrelas. : O tempo passou, coisas aconteceram, a vida foi entrando numa velocidade frenética. A faculdade chegou, as provas, os semestres, os estágios, a rotina maluca e simplesmente fomos aos poucos deixando de nos falar e eu simplesmente não sei o final dessa história. Mas me arrependo quase que amargamente de não ter ido conhecer ela pessoalmente independente do desfecho.
Na faculdade, me apaixonei por uma garota. Mas nem vou me alongar muito. A thread da facul: depois de anos estudando juntos, me declarei pra essa garota e para minha surpresa uma amiga nossa em comum também fez a mesma coisa. A garota da história é bi e eu tinha total consciência sobre isso, mas só fiz o que meu coração mandou. Enfim, esse negócio não foi nem pra frente e nem pra trás. Nem eu e nem a nossa amiga em comum ficou/namorou essa garota. Mais uma vez o tempo foi passando e passando... até que terminei a faculdade e até onde tive notícias, hoje a garota que eu era apaixonado está namorando um cara aí. Enterrei esse amor e deixei o tempo cumprir o papel dele. Aconteceram outras coisas na faculdade também entre eu e uma outra miga, mas nem vou comentar pq não vem ao caso, simplesmente não era para ser e pronto e o pior é que até transa sem camisinha rolou kk #medo, mas calma que teve pilula e teste após isso. Então, nada de filhos não programados. Amém.
Após a facul e agora sim em um tempo mais recente. No trabalho, há uns dois anos atrás descobri que uma garota era perdidamente apaixonada por mim. Isso era novidade pra mim que já estava acostumado só com amor não correspondido, mas o drama aqui é que eu simplesmente não sentia a mesma coisa por ela. Olha só que ironia, não? Isso é foda, pq eu sabia como era gostar de alguém e isso não ser recíproco. Mas enfim, a garota foi demitida e com a demissão acho que foi-se qlq esperança de se construir algum amor - isso para os que acreditam que esse trem é construído tijolinho, por tijolinho. Eu só simplesmente não sei como funciona, desculpa.
Há seis meses atrás ou até mais, meu coração resolveu bater mais forte por alguém mais uma vez. Mais uma coisa que simplesmente não sei o pq diabos acontece, mas já aceitei que a vida é assim. Ela é uma colega de trabalho. O tempo passou, ficamos íntimos, conversamos muito, mas muito mesmo sobre absolutamente tudo. Literalmente tudo. A pandemia chegou e até hoje estamos de home office :p. O drama aqui é que eu resolvi me declarar para ela. Abri o jogo. Coloquei as cartas na mesa e joguei para ver o que iria dar. Como resposta tive um surpresa e um desagrado ao mesmo tempo. A surpresa foi em saber que ela se preocupa comigo tanto quanto eu me preocupo com ela, mas amigos... o sentimento que temos um do outro é bem diferente. Infelizmente! Ah e o drama aqui não vou entrar em muitos detalhes, mas a thread só não chega a ser pior do que a minha primeira história e a segunda. Talvez seja pior que a segunda. Envolve uma infância bem conturbada da parte dela, abusos do pai e até relacionamentos abusivos de ex. Mas como disse, não vou entrar em detalhes. Enfim, essa semana tive a noticia de que ela está com um cara ai e é isso, amigos. Mais uma vez quebrei-me em mais um monte de pedaços antes mesmo de saber o que é um relacionamento.
Agora assim, sabe o que é o pior de tudo? A sensação de baixa-autoestima que você acaba criando e acho que até uma certa ansiedade/nervosismo ou sei lá o que. Um sentimento quase como: qual é o meu problema? Será que eu não sou uma pessoa interessante? Estou fora do padrão do que costumam encontrar por ai? Enfim, neuroses que nem vale a pena perder tempo pra não cultivar bad trips. O tempo só vai passando e não há nada que eu possa fazer a respeito a não ser aceitar que as coisas são como são e pronto. E que simplesmente não sirvo para relacionamentos. Talvez isso me conforte de alguma forma.
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2020.07.30 04:31 RajeshDePiri MEUS AMIGOS FINGEM GOSTAR DE MIM?

Olá, boa noite.
É minha primeira vez no reddit, logo também meu primeiro post. Eu cai no reddit enquanto googlava "meus amigos fingem gostar de mim? o que fazer?" e cabei me deparando com alguns posts de desabafo aqui no reddit, então resolvi compartilhar minha recente experiência e sentimentos afim de ver se consigo encontrar um direção do que devo fazer.
Eu tenho 3 amigos. Só. Todos da época de escola. M, F e E.

MEUS AMIGOS
"M" eu nem lembro direito como conheci, a gente é bem diferente, mas viramos grandes amigos. A minha melhor amiga, na verdade. Conheço ela a quase 7 anos, no decorrer desses anos frequentei a casa dela quase todos os dias após as aulas e ao menos 5 vezes ao ano pós-ensino médio. É alguém que se me ligasse as 3AM pedindo ajudo, eu levantaria e iria ajudar, e que ela faria o mesmo, na medida do possível dela, comigo. Tenho uma relação muito boa com a mãe dela, que sempre diz me considerar como um filho.
"F" eu conheci na escola também, uns 5 anos de amizade. Mas a gente virou amigos mesmo depois que o ensino médio acabou. Na época da escola ele tinha problemas de auto estima e tinha vários preconceitos baseado em esteriotipos com gays (eu sou gay, btw.). Com nossa amizade ele desfez muitos esteriotipos que se tem sobre gays. Inclusive temos liberdade de brincadeiras com ele que com a grande maioria de outros amigos heteros eu não tenho, exatamente por eles terem a mentalidade de que gays são predadores sexuais. [não, gays não querem transar com qualquer homem que fale com eles, entendam isso por favor]. Com o tempo ele melhorou muito a autoestima , hoje é uma pessoa bem diferente da qual conheci no colégio e fico feliz dele ter compartilhado sentimentos deles sobre isso comigo, até por que ele é uma pessoa bem reservada.
"E" também conheci no ensino médio e assim como o "F" nossa amizade só floresceu depois do ensino médio. Já contou que sempre quis se aproximar durante os tempos de escola mas que tinha dificuldades, me achava legal e queria ser meu amigo. Conversamos bastante, ele tem depressão [eu também, BTW] e conversei muito com ele sobre isso, ele sempre falava comigo quando estava mal, contava quando ocorria algo que o deixava triste.

NOSSA RELAÇÃO
Minha amizade com o E e F possui uma dinâmica diferente da minha amizade com a M.
Com o E e F , que são gamers, passamos bastante tempo discord e jogando (geralmente LoL). Sempre me chamam, ou chamo eles, para jogar. Passamos praticamente 3 anos seguidos entrando discord pela manhã e desligando as 3 da manhã.
Com a M eu possuo uma relação de conversar sobre rotina, coisas da nossa vida, falar sobre assuntos em comum e etc... Ela possui ansiedade social, então sempre que a ela precisa sair para algum compromisso, geralmente eu ia com ela.

CONTEXTUALIZANDO O PROBLEMA
Durante o final de 2019 e o decorrer de 2020 eu comecei a ter algum problemas na minha relação para com eles.
Primeiramente que eu não sou uma pessoa de brigar, discutir. Eu falo meus sentimentos, exponho minhas angustias e amores. Eu deixo transparecer para a outra pessoa que eu gosto dela e que ela tem valor pra mim. Quando eu me sinto prejudicado, ou que estou prejudicando, eu chamo pra conversar. Expor os lados, combinar uma melhor forma de se comunicar. E isso sempre funcionou, expecialmente com a M.
O F é bem quieto, quase não tenho problemas com ele, mas paramos de conversar bastante nesse período.
O E sempre me chama, como eu disse, para falar DELE e nunca para saber sobre MIM. Eu me sinto um despejo de lixo emocional descartavel. Conversei com ele 2 vezes sobre isso, surtiu um efeito temporario mas logo se repete. Eu não "reclamo" mais sobre isso, apenas deixo pra lá. Ele sempre comete microagressões comigo (Ou é ignorante, ou me deixa falando sozinho, não demostra interesse na nossa relação, etc.) e eu quase sempre deixo pra lá, já que quando falo sobre não a efeito.
Tenho dificuldade de concentração e um ambiente pouco favorel pra tal esforço, então se empenhar melhor em jogos online competitivamente é dificil pra mim. Quando eu jogo com E e F, acabo ficando um pouco pra trás nas partidas. E ambos, como a maioria dos homens hetéros, brincando ofendendo. E tudo bem por mim, pq eu também brinco assim com eles. Mas durante os jogos eles pegam um pouco mais pesado, e isso me deixa mais desconcentrado e abalado emocionalmente durante as partidas e mesmo eu pedindo pra diminuirem esse tipo de brincadeira, o E só ficava cada vez mais nervoso com as percas e o F não consegue se comunicar de outra forma. Então eu deixo pra lá e sigo jogando como posso. Comecei a ser taxado de "emocionado" e "emotivo" nas entrelinhas.
Porém nesse periodo eu comecei a perceber que eles não me chamavam mais. Nao só pra jogar, o que seria totalmente compreensivel pra mim se eles quisessem subir mais rapidamente competitivamente, mas também para conversar discord. Várias e várias vezes eles estavam conversando e jogando e não me chamavam. Se eu entrava na sala do discord, automaticamente eu sentia o clima mudar para algo como "olha só quem chegou.". E assim que as partidas terminavam e eu ainda estava lá, eles enrolavam e criavam desculpas para não me chamar, mesmo eu nem solicitando participar das partidas, e saiam do discord. Quando havia mais colegas, eles conversavam e se eu falava algo eu acabava ignorado.
Não entro mais nas salas quando vejo eles online.

O GRANDE BOOM DA QUESTÃO
Nesses dias de isolamento social estou seguindo a risca, moro com minha mãe e desde que meus pais se separaram as coisas ficaram dificeis para nós. Se eu saisse e trouxesse algo para dentro de casa e ela ficasse doente eu me sentiria extremamente mal.
M me chamou para dormir na casa dela, já que não saio desde janeiro + isolamento social. Disse que não iria por enquanto por causa do isolamento.
Esse mês é aniversário do E, ele queria fazer uma festa pois acredita que o Covid é algo leve a não se preocupar e onde ele mora não soube de casos. Eu insisti que não queria colocar a vida da minha mãe em risco (além de não querer ser injusto com a M) e que não iria e ele se tornou extremamente ignorante, falando que eu não fosse então que ele não faria questão.
Deixei pra lá.
Depois minha mãe acabou que está furando a quarentena então eu decidi ir a festa com a M e dormir na casa dela por 2 dias depois e não sair mais denovo, só para agradar meus amigos e ir ver eles.
Alguns dias depois eu olhei discord e estavam E e F + alguns colegas nossos, totalizando uns 6 ou 7 pessoas na sala do discord conversando e jogando juntos.
Me senti um 0 a esquerda, alguém que não faria a diferença de estar ali ou não. Já que ninguém me chamou,
Então resolvi jogar um verde. Chamei o E e falei pra ele me avisar quando chegasse do trabalho para que jogassemos o modo novo que lançou num jogo em comum que jogamos.
Depois de 5 minutos ele me responde; "cheguei". Mesmo já estando no discord. Enquanto aguardava ele eu já jogava uma partida (duram em media 15, 20 minutos). Então ele decidiu jogar uma enquanto eu terminava a minha, a minha acabou rapido e fiquei 15 minutos esperando ele.
Assim que a partida dele acabou, os nossos colegas começaram uma juntos e ele reclamou que os meninos não chamaram ele.
Na minha frente.
Esperando ele por 15 minutos.
Então ele virou para mim e me chamou pra jogar. Neguei e disse que não era segunda opção e sai da sala.
F veio perguntar o que aconteceu, eu não queria conversar, mas ele acabou falando que se fosse pelo motivo de qual o E falou, eu estava fazendo tempestade em copo d'agua.
Acabei desabafando com a M e pedi para que ela não falasse para o E nem para o F, sendo que ela é uma pessoa que minha confiança é extrema.
Ela falou pro F.
Me senti extremamente triste, mas resolvi fingir demencia e acabei indo na festa e na casa da M.
Na festa o E ficou grudado comigo, rimos bastante. (em algum momento falando sobre games eles comentaram que jogaram com fulano esses dias, falei que conseguia ver todas as chamadas no discord, entao já sabia disso) e na casa da M, com a propriedade de 8 anos de convivência, senti que ela não queria que eu estivesse ali. Ela chamou 2 primas dela para passar o dia ali e eu acabei ficando de canto, mesmo tentando me enturmar. Não aguentei ficar 2 dias e acabei indo embora no outro dia.
Hoje, alguns dias depois, aguardando o E e o F pra jogar vi que eles estavam jogando com outros amigos e me deixaram de lado, mesmo eu tendo falado que iria esperar o E chegar em casa pra jogar. Dessa vez nao usaram discord.

Minha grande questão é:
Eu me senti muito mal com isso que ocorreu nos ultimos dias. A dor psiquica transpassou e eu senti um aperto no peito. A unica vez que senti uma tristeza e rejeição tão grande, foi quando tive minha primeira paixão e ela brincou comigo, já namorando outra pessoa. Quando minha depressão começou efetivamente. Nunca pensei que ia ter essa sensação no peito denovo. Amizades de quase 8 anos e me evitando.
Por um momento eu sinto que estou sofrendo algum tipo de manipulação ou gaslighting deles. Sendo feito de bobo, como se fosse bom me manter por perto pq eu sou idiota o suficiente pra atender as necessidades deles quando preciso. Outras que eu realmente estou sendo exagerado e que é tudo da minha cabeça.
Passei a tarde chorando hoje, por que são as unicas 3 pessoas que eu tenho realmente ativamente na minha vida. Tenho alguns amigos, mas nossas relação ainda não são tão bem cultivadas e nem temos coisas em comum para desfrutar (como os jogos por exemplo) e não sei o que fazer.
Se eu falar algo, vai ser "outro piti" para eles e logo as coisas voltam ao "normal".
Se eu ficar quieto e deixar isso rolando, meu sofrimento psiquico só vai aumentando.

Não sei o que fazer.
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2020.06.21 20:43 Wooden_Statistician3 Tudo que falo só piora e só queria que voltasse a ser como era antes

Desabafo. Há alguns meses casei, depois de menos de um ano de namoro. Apressado? Com certeza. Mas as circunstâncias meio que pediam. Ela veio de uma família extremamente quebrada e tóxica. Vivia sozinha há alguns anos, dependendo de auxílios de faculdade, parentes que só sabiam reclamar de estar ajudando, etc. Ela tem depressão profunda, e não tinha nem como se tratar.
Quando a conheci ela estava namorando, mas um namoro só de fachada, pois na verdade ele era abusivo e não deixava ela terminar, sob ameças contra a própria vida por parte, e à vida dela por partes de parentes dele. Durante boa parte da sua vida, a chamaram de feia, estranha, etc. Na faculdade as coisas mudaram, e começaram a enxergar a sua beleza, ficou com vários, mas sua auto-estima baixou tanto ao longo da vida que ela aceitou namorar com essa cara, sem nunca de fato querer, e acabou presa nesse relacionamento por mais de 2 anos.
Eu só tive uma namorada, há mais de 10 anos, e um crush forte até alguns anos atrás, o qual acabou em inimizade total. Sempre percebi que não era interessante pra nenhuma garota, na aparência, e nunca tive qualquer desenrolar pra "chegar". Depois de namorar, tomei gosto, e tentava. Porém do meu jeito tímido e, claro, ineficiente. Anos disso me fizeram perceber que não havia porque eu ficar insistindo em "achar alguém", se fosse acontecer seria no dia-a-dia normal, ou quando eu realmente me melhorasse como pessoa. Foquei então na minha educação e no profissional.
Um dia ela, ainda em namoro abusivo, falou comigo pelo Whatsapp, tarde da noite. O meu racional dizia pra eu ir dormir, pois a pessoa responsável e profissional dorme cedo e acordar cedo (ou assim deveria, pelo que dizem). Mas algo me fez querer falar com ela, mesmo que ainda de forma um tanto fria, admito. Papo vai, papo vem. Como parecia ser só uma amizade, eu falei abertamente com ela, inclusive quando ela perguntou de relacionamentos/crushes passados.
Semanas depois, ela termina o namoro e diz que gosta de mim. Pela primeira vez em muitos anos volto a sentir aquilo que senti no primeiro namoro. E ficamos, e namoramos, e tudo foi muito intenso. E então casamos, para que ela pudesse ter acesso ao meu plano de saúde como dependente e tratar, principalmente, da depressão, pois várias noites a vi chorar pelo seu passado que ainda atormenta o seu presente: ela não consegue nem mais estudar e boa parte das tarefas domésticas ficam pra mim. Mas havia tudo pra melhorar, não havia? Infelizmente, tudo mudou um dia.
Ela acordou e disse que sonhou que eu falava que eu achava aquele meu crush forte (Fulana) de alguns anos antes mais bonita que ela. Depois de algumas horas, como se perguntasse algo banal, ela perguntou se achava mesmo. O problema: eu considero a Fulana bonita, mesmo nível, mas o sentimento que existe é pela minha esposa e, obviamente, ela me é "a mais bonita". Mas ela não aceitava esse tipo de resposta, ela queria que eu respondesse de forma crua. Eu, que sempre procuro ser honesto, correspondi. Como considero as duas de mesmo nível, foi difícil. Conseguia lembrar de momentos onde uma estava mais bonita que outra, mas não chegava a "vencer". Uma certeza eu tinha, e continuo tendo, minha esposa tem a maior capacidade, ou seja, consegue ser a mais bonita. Mas ainda assim minha resposta não foi suficiente: ela dizia que eu estava enrolando, com medo de dizer a verdade. Não entendi do que deveria ter medo afinal, pra mim, a resposta mais direta e crua não fazia a menor diferença nos meus sentimentos para com ela. E, se eu estivesse raciocinando direito eu teria percebido a armadilha bem ali na minha frente, mas eu caí nela quando ela novamente exigiu a resposta direta e crua: ou ela ou a Fulana. E eu falei a Fulana.
E, de repente, ela começou a me atacar. Dizendo que eu acho a Fulana "linda e maravilhosa" e ela feia (quando pra mim ambas tão no mesmo nível, e pra mim ela vai ser sempre a mais bonita, pois é ela que eu amo). Que meu sonho era que tivesse dado certo com a Fulana, mas que ela foi o que deu (quando ela, e somente ela, que conseguiu reacender meus sentimentos, mesmo quando tudo dizia que não valia a pena sonhar com isso (afinal ela tinha namorado, etc.). Eu tentava explicar meus sentimentos, mas nada adiantava. A frustração, a angústia tomou conta e então, a raiva. Raiva de como algo que estava morto no passado, voltou pra me assombrar. Raiva de que algo completamente irrelevante no meu presente, e portanto nosso presente, estava ali, destruindo nosso casamento. Pois ela começou a querer ir embora, anular casamento, se separar. E na tentativa de melhorar as coisas, eu sempre piorava. Acabei falando palavras (que pra mim não teria tanto significância se ela dissesse), mas infelizmente pra ela tinha: disse que ela estava sendo "idiota" por insistir tanto nas afirmações desses ataques e desconsiderar completamente o que eu sinto e falava. Só estava tendo "amenizar" a situação, segundo ela. E que no fundo, eu queria alguém """melhor""" que ela.
Isso foi uma tarde. Ela eventualmente parou quando percebeu o quão mal eu estava. E claro que eu estava. A pessoa que eu amo e por quem eu faço tudo, praticamente "inventou" um motivo pra me atacar. E daí que numa análise crua e racional, naquele ponto específico da história, a Fulana havia "vencido" no concurso de beleza entre as duas. Grande bosta. Minha esposa continuava sendo bonita, e pra mim e meu amor, a mais bela. Era ela que realmente havia gostado de mim, era ela que quis casar comigo, era ela que me acompanhava nos filmes de sábado à noite, era ela com eu me via vivendo pra sempre do lado. E de repente, parecia que nada mais disso iria se tornar realidade e por quê? Por algo que nem ao menos mudava o que eu sentia em relação a ela e nunca iria.
Durante o final da noite, eu tentei dormir, mas não conseguia. Tentei assistir vídeos de "como lidar com a pessoa amada em depressão". E ela começou a chorar do meu lado, muito. Larguei o vídeo, abracei-a. E ali as gentes se aceitou novamente. Ou assim parecia, porque poucos minutos depois, ela pergunta, inocentemente, se eu acho minha irmã mais bonita que ela. E o fato é, se eu dissesse que não seria uma bela duma mentira, e mesmo que eu achasse, ela diria que eu estava falando aquilo só pra agradar. E eu, O idiota, achando que estava tudo bem de novo, respondi que sim. E novamente ela começou a me atacar. E POR CAUSA DA MINHA IRMÃ!?
Atualmente eu me considero forte pra aguentar essas coisas, mas não dava mais. Ela quebrou minhas defesas com esses ataques. E tudo que ela me falava soava como "EU TE ODEIO". E eu aceitei esse ódio dela, pois, afinal, ela devia estar certa. Eu sou uma pessoa com 30 anos, aparência ok, mas que não tem amigos e só teve uma namorada antes dela. É óbvio que tinha algum problema, o problema de que eu era detestável. Eu sempre tentei demais ser prestativo e tudo mais, mas quando o assunto são sentimentos eu nunca consegui transmitir isso. Abraço minha mãe quatro vezes ao no: aniversário dela, o meu, dia das mães e natal. Sempre um abraço bem "desengonçado". Eu noto isso, mas sempre foi assim, e eu não sei mudar. Eu sei o que eu sinto, mas minha demonstração é e sempre vai ser insuficiente. E por isso todos ou acabam por me detestar ou se afastar de mim. Mas eu realmente pensei que com ela seria diferente.
Alguns dias se passaram e as coisas até foram melhorando. Até que cai tudo de novo. Ela conta pra uma pessoa, que mal conhece, que eu achava que ela na praia não ficava tão bem quando dentro de casa. Sim, eu havia falado algo do tipo, quando no começo da discussão ela pedia pra eu ser mais direto. Oras, ela tem umas manchas, gordurinhas a mais, etc. do que a fulana. Eu me sinto menos bonito do que um cara que não é assim, mas nem por isso me acho feio, ou ache vou sempre ser inferior. É só eu cuidar disso. E se não cuido, é porque tenho outras prioridades. Da mesma forma com ela. Não acho ela feia, nem menos bonita, só relatei o óbvio. E se ela não quiser cuidar, ou não conseguir cuidar, não é problema pra mim. Eu casei com ela pelo pacote completo. E assim como eu, ela também vai com o tempo perder pontos na aparência. E assim como eu, espero que ela ainda me ame, ainda me ache bonito, com eu continuarei amando ela e achando bonita. Mas não importa eu falar isso. Pois ela quer sempre dizer que tudo isso que eu falo é balela, enrolação, agrados, etc.
Pelo meu jeito detestável de demonstrar sentimento ela perdeu totalmente a confiança nos meu sentimentos, a ponto de nada o que eu falo valer mais. Ou talvez, no fundo, ela espera que eu seja pra sempre tão bonito quando ela acha atualmente, e quando eu não foi mais, ela vai me trocar por alguém que envelheça melhor. Mas se eu falo isso pra ela, ela bate o pé pra dizer que pra ela é completamente diferente, que o sentimento dela é real, mas que o meu? O meu é de mentira, porque assim ela decidiu. E ela ainda diz que eu mereço alguém ""melhor"". Mas o fato é, que ela se estiver certa, o que eu mereço é desaparecer. Pois o meu eu que ela odeia, é o único eu que existe. E se ela não é capaz de amar esse meu eu, e insiste em brigar, está mais que na hora de ela admitir o que está bem na frente dela: ela não me ama. Não mais. Só espero que não tenha sido nunca. Porque pior que ver tudo se destruindo e não poder fazer nada, pois nada do que eu falo impede, pelo contrário, piora, e ficar calado não é opção, então que pelo menos não tenha sido tudo uma mentira.
E hoje ela do nada veio falar que tá com medo de engordar, pois, segundo ela, eu falei que iria querer outra se assim acontecesse. Eu nunca falei isso, assim como nunca falei outras coisas com as quais ela vem me atacando. Mas o pouco que eu digo, se transforma num muito na cabeça dela. Eu não aguento mais. Eu peço pra ela parar, mas ela insiste em, nas palavras delas, "me colocar contra a parede pra botar as verdades pra fora". Mas do que adianta isso, quando ela já decidiu o que é verdade e o que é mentira? Nada, e por isso eu só queria que ela parasse. Que não pelo amor que ela supostamente sente por mim, mas pelo menos em consideração a tudo que eu fiz por ela.
Pois agora eu já não sinto nada. Um nada que não me permite nem ao menos dizer o que sinto por ela. Mas enquanto eu quero acreditar que ainda amo ela, ela insiste. Eu novamente pedi pra ela parar, e afirmei que não sei mais se gosto dela, mas que se ela realmente me ama, ela tinha que parar, e me deixar sentir novamente. Mas meu medo é que ela continue (ela está passeando com uma amiga nesse momento), pois se ela continuar o pior vai acontecer. O amor vai virar ódio. A vida vai virar morte. Figurativamente (apesar de temer, e muito, que aconteça literalmente para ela).
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2020.05.27 08:01 jotaporque primeiro amor verdadeiro, namorada, e relação sexual...

Meus caros, venho aqui na tentativa de não chorar contar brevemente o que estou passando.
Eu namorei uma garota por 1 ano e 3 meses, sendo que somente 7 meses depois de nos conhecermos ela falou para os pais, ela sempre quis manter isso discreto durante esse tempo, nao podíamos segurar muito a mão na rua, ficar em lugares muito abertos, eu só via ela uma vez por semana e as vezes nem isso, pois sempre que os país saiam ou ela tinha um compromisso ela ia e eu ficava só, a nao ser em uma festinha, quermesse, etc. Porém detalhe, ela só contou para os pais dela após ela terminar comigo dizendo que nao era uma pessoa pra namorar, mas mesmo assim me amava, e 1 semana depois veio atras de mim pedindo pra voltar alegando que nao via a sua vida sem mim, etc, obviamente eu apaixonado, voltei e namoramos "normalmente" após isso; ao mesmo tempo quero ressaltar que eu fui bastante insistente neste tempo pedindo para ela contar para os pais, eu coloquei um pouco de pressao, estava doido pra namorar de verdade com ela, não fiz por mal.
Sempre fui romântico clichê, fofo, um toque de melosidade, e eloquente no modo de tratá-la, havia um brilho nos meus olhos quando olhava, porém eu nunca vi o mesmo brilho em seus olhos, tenho a impressao de que ela nao conseguia nem olhar por 1 mimuto em mim sem desviar o olhar. Ela desde o começo falava para eu não fazer dela o meu mundo, porém eu fiz, pois ela sofria com baixa autoestima, inseguranças, medo, e eu sempre apoiei (durante aqueles 7 meses) e dei 100% de mim à ela.
Enfim, depois do primeiro término eu percebi que ela era uma pessoa extremamente orgulhosa ao ponto de as vezes só pedir desculpas quando eu pedia também, nao somente isso como eu tinha que pedir pra ela dar desculpas também. Percebi que ela não me priorizava quanto eu priorizava ela, eu nunca deixei de ficar uma semana por compromisso ou rolê meu, até com meus pais eu chegava a desmarcar, que numa discussão ela quando ficava estressada simplesmente sumia e me deixava de mãos abanando querendo resolver o problema, até eu pedir desculpas, e no maximo se eu desse gelo ela falava "vai ficar por isso mesmo?". Percebi que ela menozpresava meus sonhos, e que em quase todas as situações acima ela falava uma das 3 coisas como justificativa, que eu estava impondo e ela nao gostava disso, que eu estava jogando na cara erros do passado, e erros em geral, e que eu estava querendo mandar ou mudar ela, e falava "esse é o meu jeito".
E é ai que começei a pedir para ela mudar (na verdade até antes pedia mas nao era tanto motivo de briga assim, enfim, daí o motivo das brigas), e ela mudou do começo para este ponto, pois começou a fazer o mínimo, que seria demonstrar, mas ainda sim pedia pra ela ser mais recíproca, pra ela me escutar mais, me respeitar mais (houve uma vez que ela falou na minha cara que nao se sentia protegida por mim), pra ela me priorizar mais, pra ela parar de ser orgulhosa, enfim eu forcei a barra nesses quesitos, mas era por que eu me sentia infeliz com as atitudes dela em relação à mim, e como eu amava muito ela e estava apaixonado sentindo uma coisa indescritível, uma paz, não queria perder ela. Quero ressaltar que depois de todas as brigas, conversávamos pessoalmente, e ela chorava e dizia que iria mudar e que nao queria me perder, que me amava e me abraçava, isso quando estavamos a ponto de terminar, dizia que ia mudar, mas não mudava, eu acho que sou muito exigente tambem, não sei ao certo em o quê acreditar.
Eu fiz erros sim, fui realmente mandão, abusivo, chantageador e joguei na cara algumas vezes, fiz mal algumas vezes, mas eu sempre fui bom, toda vez que ia na casa dela eu levava uma florzinha, talvez um chocolate, fazia uma declaração, demonstrava querer ver ela toda semana, todo dia, perguntava do dia, dos planos, eu literalmente caçava ela. Portanto acho que meus erros foram, idealizar, amar e querer ser amado e cobrar demais, assim me demonstrei frágil, desgastei, cansei.
Bom para finalizar a ópera, eu não sei como terminar, só sei dizer que têm 2 meses que terminamos, ela fazia coisas por mim também, mas só em datas comemorativas como mês-versario de namoro, meu aniversário, ou quando fomos a praia juntos. Eu não sei em o que acreditar, se ela me amou, ou nao amou tanto que eu pensei, ou não me amou de verdade.
O termino ocorreu de forma muito ruim, 2 semanas antes do término tinhamos ficados 2 semanas sem se ver, por que ela ia em uma festa com a familia e uma formatura, e eu na minha rotina, numa terça tive que dar um puta corre para podermos se ver, comprei vinho barato, foi um super dia legal. Porém depois eu iniciei a discussão, sobre ficar 2 semanas sem se ver, que a minha rotina é apertada, propus nos vermos de semana, e o fim de semana ela tava livre pra ir com os pais (o que custava me chamar para ir junto? ou não ir uma vez ou outra? formaturau até entendo, pois era do melhor amigo dela), ela resistiu como sempre, falou e falei coisas que não lembro, só lembro que ficamos 2 dias discutindo e inclusive fizemos 1 ano e 3 meses discutindo, e ela falou "olha essa discussao tá apontando pra uma coisa e você sabe qual é", e eu lembro que prometi pra mim mesmo que a próxima vez que ela me ameaçasse de término ou que chegasse num ponto de quase, que eu iria terminar, dito e feito, terminei alegando nossas diferenças como principal ponto.
3 dias depois ela tentou voltar comigo falando para mudar por definitivo, eu falei que deveriamos esperar para o "dia da conversa" para decidir nosso futuro, porém numa terça ela me chama e fala que quer decidir já, eu falei que achava melhor continuar assim, entre outras coisas, ela nem relutou, não falou nada, só falou "concordo contigo". O ponto é que uns 3 dias depois eu mudei minha opinião e tentei voltar, ela falou que não, que não quer mudar, que nao queria passar por tudo aquilo de novo, tentamos manter contato depois disso mas só lembro que falamos coisas muito ruins uns para os outros, inclusive ela falou que eu destrui o pscioclogico dela com proibições (sendo que eu nunca proibi de nada), cobranças (okay, isso talvez mas eram coisas tão simples, eu acho), e comentários (eu nunca falei mal dela, nem de qualquer modo no relacionamento), e eventualmente paramos de nos falar em questão de 1 semana e meia. Foi quando eu descobri que 2 semanas após o término ela já estava falando de namoro com uma pessoa numa rede social (eu tinha bloqueado ela), e que inclusive postou seu número de celular no meio da rede social, fiquei insano e descarreguei muito ódio e energia ruim nela, mas não xinguei, e também pedi todos os presentes que dei pra ela de volta, até de aniversário, a aliança, o potinho com coisas fofas, uma meia, tudo, peguei todas as roupas que ela me deu e devolvi também. Enfim ela me bloqueou, peguei as coisas de volta, coloquei em um saco as coisas que eu dei pra ela e as coisas que ela me deu (potinho, desenho meu, etc) e martelei tudo e postei em um status. Após isso me senti muito mal, pedi desculpas à ela, e até agora nao nos falamos mais, inclusive estou até namorando uma menina nova, pois já que ela estava com papo torto, eu também decidi estar, e o meu deu certo aparentemente, mas não 2 semanas depois.
Desculpem o texto longo, mas eu não sei o que sentir, ao mesmo tempo me sinto culpado por ter desgastado ela pedindo, manipulado (por sexo, o qual nos dávamos muito bem, e mentalmente), não amado, que vivi uma mentira, remorso, ódio, amor, perdão, hipócrita, sujo, que coloquei muita expectativa, que na verdade estava tudo bem e eu estava problematizando e reclamando de tudo, eu só queria a mesma intensidade que eu estava tratando ela.
Eu não sou uma pessoa ruim, sempre tentei ser a melhor versão de mim, me deixa muito mal ver que tive determinada reaçao, atitude, não quero ser odiado pela pessoa que mais amei, só queria ser feliz. Mas ao mesmo tempo fico mal de ver que fui tratado mal e não recebi o que eu merecia.
Eu estava tão apaixonado, e eu simplesmente nunca consegui saber ao certo se ela também estava da mesma forma com o fogo dentro de si, levando a sério o namoro e pensando junto comigo, talvez por puro orgulho, mas nem isso eu tenho como saber direito pois aparentemente ela não se conhece tão bem quanto eu a conheço.
Quero poder um dia chamar ela na praça, e simplesmente dar, e receber o perdão, deixar as coisas bem resolvidas, talvez, tentar de novo com uma cabeça mais madura, um abraço reconfortante, um beijo longo, um olhar fixo, sem ódio ou amargura, nunca fui de fazer mal à alguém.
De uma coisa eu tenho certeza, eu senti, todos os sentimentos possíveis com alguém, um caminhão de sensações passou por mim, não sei se foi a mesma coisa com ela.
Quem leu até aqui muito obrigado, eu sou novo no reddit e ao escrever esse texto eu estou melhor, coloquei um pouco meus pensamentos e indagações em ordem.
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2020.05.16 06:46 Lordoxford239 Desabafo/Depressão/Dicas de como me tornar autoconfiante

Se quer perder tempo, veja esta mensagem. Obrigado. (deve ter uns preconceito no meio do caminho, então se ligar pra isso, nem leia).

Pela minha vida inteira sempre sofri bullying por ser gordinho... E até hoje sou.
Não consigo nem chegar perto de garotas.. já cheguei ao ponto até de falar com alguma e dizer que gosto dela, que sinto um certo apego por ela, mas nenhum resultado... E a partir desse momento, eu sempre pensei que eu era feio e que ninguém me quer... E até hoje eu sinto isso... Não consigo parar de pensar "Será que um dia vou arrumar alguém para ficar comigo?" "Será que existe alguma garota no mundo que seja bonita e legal para mim e que goste de mim de como eu sou?"
Meu único namoro de verdade foi com uma garota que dizia que me amava, mas depois de um tempo que brigamos e ficamos um pouco afastados, ela me traiu e eu descobri no celular dela enquanto ela dormia, peguei o celular dela para ver e la estava as conversas com nudes e papos de "amor" com outro cara que eu ainda por cima conhecia e ela falava sobre... E hoje ela ta divorciada do cara, esperando um filho e namorando algum favelado inútil.
Cheguei a tentar suicídio com algumas combinações de remédio, mas a unica coisa que deu foi uma dor de barriga dos inferno e dor no estômago. Vida de merda... Nem pra morrer eu sirvo...
Meu único pensamento hoje é de sumir e nunca mais poder ver ninguém, mas que ninguém tivesse me conhecido na vida e que nunca tivesse me conhecido.. Tipo aquele negocio dos MIB, que ele da um flash na cara da pessoa e a pessoa simplesmente esquece do que você quer? Então, queria dar flash em todas as pessoas que vi e morrer pra ver se me sinto melhor...
Pode ser um preconceito e uma ignorância gigante, mas pra mim, mulher só gosta de homem sarado ou magro, bonito... E que esse papo de "coração é o que importa" é uma puta falsidade... Tento ser legal com todos, mas todos estão simplesmente CAGANDO pra mim...
As únicas pessoas que estão do meu lado são meus pais e poucas pessoas que me aturam não sei como... Amor de família é uma coisa... Mas achar alguém para conviver pro resto da sua vida, é outra... E hoje em dia pra mim, sendo feio, gordo, e mesmo sendo gentil com as pessoas e pensando sempre no próximo, está impossível de ser feliz.
Se leu até aqui, gostaria de saber dica sobre como poderia melhorar minha autoestima, baseado no que eu disse acima..
Valeu
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2020.05.06 05:40 DinahY96 Amizade tóxica

Olá pessoas! Este é meu primeiro post, então... Espero que vocês gostem!
Eu tinha uma amiga que eu gostava muito. Vamos chamar ela de... Helena. A gente tinha 6 anos e pouco de amizade. Éramos bem grudadas e como sempre... Falávamos sobre nossos amigos, quem era bonito, etc.
Eu tinha mais duas amigas que eram muito gente boa. Vamos chamar uma de Jéssica e outra de Mariana. As duas viviam me perguntando se a Helena não era muito...Tóxica.
Como eu gostava muito da Helena, achava que era coisa da cabeça das duas. Quando a Helena começou a namorar o meu amigo, eu consegui enxergar os pontos que as duas tinham me falado.
O meu amigo, Giovanni vamos chamar ele assim. Ele namorou com a Helena há muitos anos. O Giovanni, conheço ele muito bem. Ele é fiel.
Continuando... A Helena quando via os nossos post no Facebook. Ou eu comentava post do Giovanni ou ele comentava o meu post.
AH, DETALHE... EU ESTAVA NAMORANDO E ESTAVA COM UM RAPAZ CHAMADO, GABRIEL VAMOS CHAMAR ELE ASSIM. A GENTE TAVA JUNTO A UM ANO.
Continuando... A Helena ficou com ciúmes, porque ele ficou conversando comigo no Facebook. A gente tinha grupo de amigos no Facebook e via ela fazendo escândalo com o pessoal do grupo.
Eu fiquei assustada com a atitude dela. Quando o meu relacionamento terminou, fiquei muito mal. Ela foi até falar com um " amigo " meu... Vamos chamar de corno, porque ele foi bem corno com todo mundo.
Sobre o corno... Vou falar sobre ele em outro post. Ela me defendeu do corno, fez escândalo e tudo mais. Agradeci ela.
Até que um belo dia... Quando eu tava de boa com o corno e a gente tava querendo sair juntos e tal. Quando contei pra minha amiga.
Ela me chamou de idiota, disse que se eu namorasse com ele, ela ia deixar de ser minha amiga.
( Eu tipo, wtf? A gente ia apenas comprar consoles e vídeo Games. Aonde essa menina anda com a cabeça? ) Pensei enquanto encarava ela.
Resumindo... Quando eu me apaixonava por alguém, ela dava um ataque de ciúmes pra cima de mim e eu não entendia nada.
Até que um dia... No intervalo do colégio. Ela decidiu ofender a pessoa que eu estava gostando. Quando alguém ofende, critica ou faz algo de errado para a pessoa que estou gostando... Eu avanço. Eu bato mas pra quebrar algum osso da pessoa.
( Se eu sou violenta? Talvez... x.x )
Enfim, quando a Helena ofendeu a pessoa que eu tava gostando... Eu dei um tapa na cara dela e o seu óculos voou longe.
As meninas que tavam perto da gente ficaram com olhos arregalados. Eu saí de perto da Helena pra não machucar mais ela.
O meu ex professor de Sociologia viu de longe no que eu tava vivendo. A Helena sempre me criticando, sempre tendo ciúmes e eu tentando consertar aquilo.
Até que meu ex professor de Sociologia falou pra mim se afastar DE VEZ da Helena, porque ela estava acabando com o meu Psicológico.
Eu concordei com ele. Eu me afastei dela e soube de muitas coisas horríveis dela. O Giovanni queria terminar com ela, pois ele tava também cansado de brigar com ela por conta do ciúmes e segundo que ela tava namorando dois caras. DOIS CARAS!
Como eu sabia disso? Ela falava pra mim que no serviço dela, ela namorava dois caras. Ela trabalhava num mercado, porém num setor de vender pães, salgados,etc.
Quando ela entrava para o intervalo... Ela ficava namorando dois caras. Quando a Helena me contou aquilo, eu tive que falar com o Giovanni sobre o que tava acontecendo.
O pior... É que ela mandava mensagem pra ele dizendo que amava ele. Claro... Giovanni ainda gostava dela e não terminava com ela!
Giovanni gostava de fazer shows, fazer pequenos eventos e por aí vai. Aí uma amiga minha queria conhecer ele e talvez... Tentar ficar com ele.
Ela conversou com o Giovanni sobre ela conhecer ele pessoalmente e tal. Quando a Helena soube disso. As duas quase caíram na porrada no colégio.
Até me afastei delas, pra elas conversarem tipo... Mano a Mano. Quando elas terminaram, a Helena se fingiu de inocente pra cima de mim, dizendo que ainda amava o Giovanni e por isso que ela tava insegura de ver a minha amiga do lado dele.
Na minha cabeça tava assim...
( WTF MULHER?! VOCÊ TÁ COM DOIS CARAS E ME FALA ISSO? )
Mas por fora eu estava plena.
Um dia... Ela sofreu acidente, pois ela ia para o trabalho de Biz. Mas algo aconteceu de errado com ela e deu acidente.
Eu a trouxa... Ajudei ela a sair da cadeira, sair intacta na sala de aula. Eu pegava merenda pra ela. Fazia de tudo por ela. Demorou alguns meses... Ela voltou a andar. Um pouco manca, mas conseguia.
Até que um dia... A gente tava voltando pra casa juntas. ( Minha casa era no mesmo caminho que o dela. Por isso a gente voltava pra casa juntas. )
Ela estava falando no quão idiota a pessoa que eu gostava era. Que ele não sabia de bosta nenhuma, etc. Como ela estava apoiada em mim, por causa do seu pé... Respirei fundo e meio que empurrei ela e ela quase saiu da estrada.
Segurei a Helena e acho que ela percebeu que fiquei brava e ficou calada. Claro... Eu me fingi de besta.
" Opa. Foi sem querer. "
As vezes eu também procuro briga, kkkk. Mas é porque ela me testava muito na paciência.
O dia que realmente fiquei irritada. Eu tava prestes a pedir a pessoa em namoro. A pessoa que eu gostava. Eu tinha brigado com a Helena, porque como sempre... Ela vivia me criticando, falava que eu fazia escolhas erradas, que ia deixar de ser minha amiga.
Quando terminou a aula, voltei pra casa sozinha. Porém... A Helena estava me seguindo e olhando pra minha cara. Ela queria falar comigo, mas eu não. Eu estava cansada da maluquice dela.
Quando eu parei pra atravessar a rua. Ela me parou e começou a vomitar monte de coisa na minha cara. Sério gente. Eu lembro até agora o que ela me disse.
" Se você quer ficar brava comigo, eu não me importo. Você é qualquer uma pra mim. Você é doente, vai se matar que é melhor. "
Foi exatamente isso que ela me disse.
Eu apenas olhei pra cara dela e falei.
" Beleza. "
Eu tava de saco cheio dela. Não queria nem olhar pra cara dela. Chegando em casa chorei um monte, porque eu tava esgotada e minha avó viu que eu tava péssima.
Até hoje agradeço ao pessoal que me deu apoio. Que fizeram de tudo pra ela se afastar de mim. Ah... A Helena tem uma irmã mais nova. Ela é tão gente boa. Sinto falta dela. Mas né... Não quero nem contato com a Helena.
Quando se passou três meses... Eu tinha deletado todos os contatos dela. Então, eu tava de boa. Até que vi uma mensagem no WhatsApp.
Era ela. A Helena me perguntou na maior cara de pau se eu tava bem. Ela tentava puxar assunto comigo. Eu sentia nojo e raiva, porque ela vivia falando dos garotos que ela pegava e pelo amor de Deus... Ela não era fiel a ninguém.
Ela queria voltar para o meu amigo, Giovanni, por sorte ele tava noivo já. Ela me perguntou se eu podia sair com ela e deixei ela no vácuo. Fiz questão de bloquear e excluir ela.
Uma coisa gente. Não fiquem com uma amizade tóxica. Isso acaba com o seu psicológico. O meu? Tava no 0%.
Eu tentei de tudo pra ficar do lado dela. Mas quanto mais eu descobria sobre os podres dela, quanto mais ela me deixava pra baixo... Mais eu sentia raiva dela.
Então, pessoal... Quando verem que seu amigo ou amiga tá agindo feito louco possessivo... Sai fora, porque se não... Capaz da pessoa te deixar insano. É sério isso.
Espero que tenham gostado do meu primeiro post e até a próxima!
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2020.04.24 22:31 desonradoimperdoavel Conflito Interno

Desde da infância sempre quis ajudar os outros, isso sempre foi visível, mesmo eu sendo tímido e envergonhado ajudava no que era preciso, mas, com o tempo isso foi mudando, e muito.
Sempre ajudei meus familiares com o que eles precisavam desde de pequeno, ir a feira com a minha avó comprar verduras, ir ao mercado e coisas assim, com o tempo isso foi mudando, diversos acontecimentos vieram, e agora, questiono se ainda sou alguém bom, ou apenas uma pessoa que usa uma máscara para esconder a real face. Tentarei contar em ordem da infância até os dias atuais, tentarei, já que alguns acontecimentos recentes estão mexendo comigo, e posso acabar me confundindo.
A alguns anos atrás tentei ajudar um colega, que veio ser um grande amigo, mas às vezes questiono um pouco a sanidade dele, ele estava chorando por ter perdido em uma luta no treino de judô, fui dar um apoio, e recebi em troca um grande soco no estômago. Fiquei um tempo sem falar com ele a pedido do diretor, ele veio pedir desculpas depois de um tempo. Depois de alguns anos descobri que ele tinha problemas de raiva.
Outro caso aconteceu com outro colega, que por pura maldade veio e me deu uma mordida no ouvido, não me lembro se doeu ou não, mas foi o suficiente pra eu revidar com um chute, os professores pediram pra eu pedir desculpas, sendo que ele começou, eu me recusei. Quem me contou sobre o acontecido foi minha mãe, já que eu nem me lembrava sobre isso.
Sempre ajudei uma colega de classe, eu gostava dela, e esse sentimento durou anos, até que ela me iludiu de uma forma que guardo com rancor até hoje (não quero entrar em detalhes), logicamente não demonstro esse rancor, mas o desconforto é enorme.
Estava tendo uma festa embaixo no apartamento aonde eu moro, eram amigos da minha mãe, e como ela foi, eu fui junto. Estavamos brincando de pique-pega ou algo parecido, até que uma garota foi sem olhar para os lados, e um carro pegou ela no meio da estrada, fiquei em apenas olhando, me sinto culpado até hoje, já que eu era o mais próximo, em distância, e poderia ter feito algo.
Depois desse, acontecimento nada de mais veio a ocorrer, mas eu sempre via notícias no jornal de assassinato, tráfico e esse tipo de coisa, pois era o que minha família via, e eu era obrigado a ver, e sempre me questionei: Os inocentes morrem, e os culpados vivem? Não é justo.'' Criança inocente eu era. E também, não era apenas esse tipos de pessoa que me deixavam irritado, pessoas que também faziam coisas horríveis nas sombras pra ter de tudo, tipo político, mas, esse tipo de pessoa, consegue ser bem pior, irei contar mais a frente o porque.
Anos se passam, e quando eu vejo, eu sou o mais solitário possível, quase sem amigos, 4 ou 5 amigos no máximo, deixei de ser convidado a festas de antigos amigos, não tinha mais voz, já que, quando tinha trabalho em grupo, me colocavam em um e dane-se, o diretor dava uma olhada na composição dos grupos, e sempre havia uma panelinha, ele perguntava se estava bem naquele grupo, e pra não ser olhado de uma forma desconfortável e ser espancado de palavras dizia que: sim, estou bem aqui. E internamente, isso não era verdade.
Passei a sofrer uma espécie de bullying, era chamado de cabeção, também era chamado de China por um amigo, não era desagradável, também era chamado de Japa, que veio a ser um apelido no qual aceitei com o tempo, mas o cabeção, esse sim, era sim era desconfortável. Era visível no meu rosto que não gostava do apelido, era chamado assim pelo grupo da bagunça, no qual eu fazia parte, eu estava deslocado no momento, não me encaixava em lugar algum, e o grupo da bagunça parecia ser agradável, PARECIA, até que um certo dia ouve uma agressão física de um dos bagunceiros em uma das '' brincadeiras '', esse aluno, já tinha feito algo comigo a alguns anos, enfiando a po*[email protected] de um ponta de lápis pontudo no meu nariz, o caso foi levado ao diretor e posteriormente aos pais, ele não levou suspensão e muito menos expulsão, mas seu pontos de hábitos e atitudes foi zerado, e por incrível que pareça, quando eu fui no dia seguinte para sala de aula, não só os alunos bagunceiros, no qual eu já esperava, alguns outros alunos me olhavam de cara feia, fiquei com ódio no coração e queria gritar de raiva, mas não conseguia, então segui normalmente aquele ano, na esperança de o diretor me mudar de turma, e foi em vão, tive de aturar eles por mais 1 ano.
Acabei sofrendo de amor novamente, tolo novamente. Uma garota que era bem mais baixa que eu, ficava cantando k-pop no meu ouvido toda vez que tinha aula de educação física, no começo foi desconfortável, mas depois me acostumei, e quando ela não cantava me sentia sozinho, às vezes eu ia lá encher o saco dela, eu me sentia bem com ela, até que descobri que ela ia ir para Portugal, meu coração parou por 3 segundos, me senti profundamente triste, tive de seguir em frente, sem poder dizer o que sentia, o universo é capaz de nós atingir de uma forma imensurável, foi o que aprendi naquele momento. Recentemente soube que ela estava namorando, isso me atingiu, não sei porque, mesmo depois de 2 anos, isso me atingiu, fiquei triste por 1 mês inteiro.
Acabei por reascender antigas amizades, o que foi bom para mim, para minha saúde mental, que naquele momento estava péssimo, me sentia só e queria desistir de tudo, mas eles me deram um pouco de esperança.
Em algum momento acabei por refletir sobre mim mesmo, e vi que, não estava ajudando ninguém, pelo contrário, estava atrapalhando. Meu melhor amigo ( o cara com problemas de raiva) perguntava se eu estava bem, já que ele acompanhou certos acontecimentos bem de perto, menos os que eram fora do colégio, ele e os meus antigos amigos iam falar com diretor sobre minhas condições mentais, que estava instável, uma hora ficava triste, outra com raiva, e a que menos aparecia era a de felicidade. Soube que eles estavam falando sobre mim pelo próprio diretor. Fiquei com raiva deles, mas, principalmente de mim, como pode alguém que sempre quis ajudar os outros, trazer preocupações para outros? Patético. Nesse momento vi que não estava ajudando ninguém, e meu sentimento em relação a isso começou a atrapalhar, não só no colégio, mas também, em casa.
Minha mãe, sempre foi estressada, e sempre reclamava das minhas notas, que admito, eram péssimas, mas o tom no qual ela falava, me deixava deprimido por 2 ou 3 dias, bem, isso antigamente, agora quando ela fala assim comigo, a única coisa que consigo sentir é raiva, eu sei eu sei, não se pode sentir raiva da mãe, mas, ela nunca NUNCA EM MOMENTO ALGUM me chamou pra sentar de forma calma, tento argumentar com ela, mas ela sempre diz: ESTÁ ME RESPONDENDO? Não sei se após ter um filho o adulto fica louco e acha que tudo é reclamação, mas, sempre ela falava isso.
Agora sobre as pessoas que fazem para ter de tudo nas sombras, bem, eu conheci alguém assim, e foi uma experiência de se levar pra vida. Era uma garota linda por fora, mas por dentro, o negócio era mais escuro que maçã podre. Ela iludiu um garoto por 3 anos só pra se aproximar das amizades dele, se relacionou com 2 garotos populares e depois de 1 anos terminou, e ainda iludiu meu outro melhor amigo, quase que entrei nessa, mas por sorte, esse meu amigo me avisou e rapidamente sai dá furada. Tenho certeza que os pais são iludidos também, fizeram uma festa de 15 anos belíssima, no qual eu fui convidado assim como outros, ela chorou e etc e etc, fiquei tão envergonhado de ver alguém manipuladora encenar daquela forma, que fingi estar um pouco mal, e ficar no meu canto. Tenho contato com ela até hoje, mas raramente ela puxa assunto, já que eu me recuso a mandar algo.
Depois tive uma irmã, e, meus amigos, minha vida virou de cabeça pra baixo. Ninguém me da atenção quase, só o meu avó e minha avô, minha mãe ela vem só pra puxar o saco de todo mundo e falar '' tô sem dinheiro e meu marido precisa rodar'', e ainda usa minha irmã como arma, PQP, fiquei tão irritado, que nem falo mais nada com a minha avó, deixo ela decidir se vai ferrar ainda mais com a saúde dela, porque minha mãe só traz problemas, essa é a verdade, POR EXEMPLO: FERRAR COM A PORRA DO ESTÔMAGO COMENDO COISA QUE NÃO DEVE, JÁ QUE ELA FOI AO MÉDICO E ELE RECOMENDOU NÃO COMER NADA GORDUROSO, MAS NÃÃÃÃO, COME DO MESMO JEITO E CULPA MINHA AVÓ E DANE-SE. TIVE DE SEGURAR ELA PRA ELA NÃO SE MATAR, PORQUE ELA DISSE QUE IA METER UMA FACA NA BARRIGA. AQUILO MEXEU COM O MEU PSICOLÓGICO NAQUELA NOITE.
Conheci o personagem Midoriya de My Hero Academia, e rapidamente gostei do personagem, queria ser igual a ele, mesmo quebrando o corpo por completo, ajuda os outros, mesmo que isso seja dar a própria vida, mas, não consigo, toda vez que tento ajudar sou jogado de lado logo depois, sou tratado como alguém descartável, e isso está me enchendo de fúria e raiva.
Eu quero ser alguém bom, mas, simplesmente não vejo outra alternativa e ser um cara irônico a todo momento, ignorar os outros e seguir a vida do modo FODA-SE tudo e todos. A única coisa que queria agora, era ter um momento de paz.
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2020.03.25 19:57 escuzeiro Como seguir em frente depois de um término?

Oi, não sei se alguém vai ler isso mas eu preciso muito desabafar porque não sobrou mais ninguém ao meu redor pra me ouvir.
Eu fui casado por dois anos, nós dois éramos tidos por todos como o casal perfeito. Nos conhecemos pelo Facebook, 15 dias depois nos vimos pela primeira vez, 15 dias após o primeiro encontro (nos vendo todo santo dia), ele me pediu em namoro. 5 dias depois estávamos morando juntos. Ele era uma pessoa incrível. Bondoso, bem humorado, carinhoso pra cacete, o sexo era incrível. A gente nesses dois anos construiu uma conexão de outras vidas, sabe? Eu era a pessoa mais feliz do mundo do lado dele. Meu maior sonho era casar de fato, visto que a gente se considerava casado porque morávamos juntos. Assim como o meu maior medo era perdê-lo. Em Abril do ano passado, o casamento terminou. Ele terminou comigo porque supostamente nossa relação não estava mais funcionando pra ele. Rolou muita coisa desde então, ele ficou com vários caras, namorou um por um mês... E eu também tentei seguir em frente, conheci uns carinhas, até cheguei a me interessar por um mas nunca consegui esquecer ele de verdade. Nesse meio tempo, tivemos várias recaídas, inclusive quando ele estava namorando o outro menino. Ele chegou até a terminar com o menino pra gente poder ficar numa boa, isso em setembro do ano passado. Entre brigas, idas e vindas, ficamos "juntos" (sem rótulo de casal, mas todos ainda nos viam como um casal e eu tinha esperança de que ele pedisse pra voltar de verdade algum dia) até fevereiro desse ano... E agora ele mais uma vez tá ficando com um carinha X e eu mais uma vez tô sofrendo a falta dele. Penso nele o dia todo, me preocupo com ele, morro de vontade de ir falar com ele... Resumindo, eu INFELIZMENTE não consigo desapegar da idéia de que talvez ele volte pra mim de novo... A minha vida não tem tido nenhuma graça sem ele. É só uma grande repetição de beber, fumar, as vezes me drogar, dormir, acordar pra fazer tudo isso de novo. Eu não como, não durmo direito... Tá foda. O pior é que eu fico muito dividido entre a razão e a emoção. Meu cérebro diz pra eu ser lógico e racional, que ele não me quer mais e pra eu seguir em frente. Mas meu coração me diz que ele só tá confuso sobre o que sente e que ele não sabe ficar sozinho, por isso tenta "tapar buraco" com outras pessoas. Ele sempre dizia que eu sou o amor da vida dele e que isso nunca ia mudar... Outro dia chequei o twitter dele e tinham lá duas indiretas com música que claramente são pra mim... Daí eu fico muito confuso sobre o que pode acontecer e o que eu devo fazer. Parte de mim quer sair fora disso, mas a maior parte de mim ainda espera que esse amor que a gente viveu um dia se reacenda. O que fazer?
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2020.03.05 04:26 psicopatola Eu perdi o amor da minha vida, eu acho

Está é uma história sem final, já adianto pra vocês. Só queria desabafar mesmo. Meu nome é Meredith e eu namorei o Derek por dois anos, sempre em um regime não monogâmico. Desde o primeiro dia que a gente ficou junto nunca mais paramos de nos falar. O namoro veio naturalmente, com um pedido lindo, depois de quatro meses em que estávamos juntos. Nunca houve uma conversa sobre ser ou não ser monogamia. Nós sempre conversávamos que na nossa concepção o amor é uma escolha e você é livre para se relacionar com quem quisesse. Tínhamos alguns tratos, tipo não se envolver emocionalmente, não ficar com conhecidos e não conversar sobre outras pessoas que ficávamos. Nunca fiquei com ninguém nesse meio tempo, mas me dava um alívio imenso só de saber que eu teria essa liberdade de escolha.
Pois bem, o tempo passou e as coisas aconteceram. Concluí meu curso médico, fui estudar psiquiatria. Depois que você forma em medicina, você faz a residência médica, que é um grande vestibulaEnem. A partir do resultado da prova, você escolhe um lugar pra ir. Escolhi o hospital mais antigo e tradicional da minha cidade e fui, feliz da vida. Lá conheci o Alex, um outro médico que tinha passado em outro hospital, mas que ia ficar trabalhando comigo nos 9 primeiros meses. Não sei o que foi, mas ele chamou minha atenção logo de cara. Ele era lindo, gente boa, inteligente, engraçado, amava literatura, tocava violão... Já logo no início o feitiço se quebrou um pouco porque ele também era hetero topzera, gostava de ir em boates pagação e ouvir sertanejo. Devo dizer que de cara, o que me chamou a atenção foi a parte física, e não demorou muito para que eu estivesse conversando com ele todos os dias o dia todo. Ele sempre me esperava pra almoçar, me ligava pra saber se eu ia nas aulas, ficava me procurando pra conversar quando acabava o serviço. Ficamos muito próximos até que... Demos um beijo. Foi logo no primeiro mês de residência, estávamos completamente bêbados e eu já não tava aguentando de tesão. E então começou a surgir algo além da amizade.
Nessa altura do campeonato, meu namoro não estava lá essas coisas. Eu estava passando muito tempo ocupada com as coisas do meu serviço e ele estava ocupado com TCC, mestrado, artigo científico. Estávamos cada vez mais distantes um do outro, só que não queríamos reconhecer isso, porque tínhamos um carinho muito grande um pelo outro. As brigas eram constantes e eu ia desabafar com quem? Alex. Passei a enxergar nele um porto seguro, um alguém pra quem eu podia correr caso precisasse. Desabafava sobre os problemas do meu namoro, questões familiares, inseguranças da vida. E a gente conversava cada vez mais.
Ficávamos quase sempre, pelo menos uma ou duas vezes por semana. Às vezes no carro dele, às vezes na casa dele, as vezes em algum lugar do hospital, mas sempre dávamos um jeito. E assim, eu cheguei num ponto do meu namoro em que não dava mais pra continuar. Terminei tudo e ele foi a primeira pessoa que eu contei.
Passamos a ficar cada vez mais próximos um do outro. O carinho e a admiração cresciam cada vez mais, mas ao mesmo tempo, não havia nenhuma conversa que indicasse que ele queria continuar comigo a longo prazo. Informação importante: ele nunca namorou antes. Por causa disso e da ausência de perspectiva futura, passei a viver o presente com ele. Eu amava passar tempo com ele. Ficávamos horas e horas a fio conversando. Cansei de "dormir" na casa dele: o dormir está entre aspas porque na verdade ficávamos conversando até altas horas de madrugada, até que um de nós apagasse primeiro.
Nesse ponto da história, todos os nossos amigos do trabalho sabiam e torciam por nós enquanto eu sentia que aquele relacionamento não tinha futuro. Nunca tinha conhecido nenhum amigo dele ou alguém da família. Eu dizia pra mim mesma que isso não significava nada. Há umas duas semanas atrás, um amigo em comum conversou com ele sobre o nosso relacionamento. Disse que ele deveria assumir os sentimentos dele e que provavelmente eu iria cobrá-lo depois do carnaval. Alex falou pro nosso amigo que provavelmente a gente iria acabar namorando mesmo, porque já não tinha mais jeito. Um tempo depois, eu questionei Alex sobre essa postura de enxergar o nosso namoro como uma consequência do tempo em que a gente tá junto e não do tanto que a gente se gosta. Na minha cabeça não faz sentido: namoros acontecem porque duas pessoas se gostam e pronto. Eu pedi a ele que me perguntasse as coisas ao invés de supor o que eu estava pensando. Ele chorou muito, disse que gostava demais de mim e que não queria me causar sofrimento. Isso foi numa segunda feira. Fiquei terça, quarta e quinta com o coração pesado e acabei chamando ele pra conversar na minha casa. Ele era a pessoa com quem eu mais conversava diariamente. Eu estava sentindo muita falta disso. Na quinta, ele chorou mais ainda, me contou que a faculdade foi horrível pra ele, que ele teve depressão, perdeu 12 quilos e se sentiu um lixo durante muito tempo. Que esse momento de agora que a gente tá vivendo era a primeira vez em que ele está genuinamente feliz, que ele nunca tinha sofrido realmente na vida e que ele tinha medo de se envolver e mudar algo desse momento feliz. Foi muito sofrido pra ele. Ele pediu um tempo pra pensar, pra ver como seria a vida dele no segundo ano de residência e pra tentar entender como ele quer lidar comigo. Depois dessa chamada que eu dei nele, ele descobriu que gosta demais de mim e que não quer ficar comigo sem que seja algo sério.
Eu amo esse homem, gente. Eu não sei ainda se eu quero namorar, mas eu quero ficar junto com ele. O que eu faço? A gente se vê muito pouco agora.
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2020.03.03 03:40 psicopatola Relacionamento à la Grey's Anatomy

Está é uma história sem final, já adianto pra vocês. Só queria desabafar mesmo. Meu nome é Meredith e eu namorei o Derek por dois anos, sempre em um regime não monogâmico. Desde o primeiro dia que a gente ficou junto nunca mais paramos de nos falar. O namoro veio naturalmente, com um pedido lindo, depois de quatro meses em que estávamos juntos. Nunca houve uma conversa sobre ser ou não ser monogamia. Nós sempre conversávamos que na nossa concepção o amor é uma escolha e você é livre para se relacionar com quem quisesse. Tínhamos alguns tratos, tipo não se envolver emocionalmente, não ficar com conhecidos e não conversar sobre outras pessoas que ficávamos. Nunca fiquei com ninguém nesse meio tempo, mas me dava um alívio imenso só de saber que eu teria essa liberdade de escolha.
Pois bem, o tempo passou e as coisas aconteceram. Concluí meu curso médico, fui estudar psiquiatria. Depois que você forma em medicina, você faz a residência médica, que é um grande vestibulaEnem. A partir do resultado da prova, você escolhe um lugar pra ir. Escolhi o hospital mais antigo e tradicional da minha cidade e fui, feliz da vida. Lá conheci o Alex, um outro médico que tinha passado em outro hospital, mas que ia ficar trabalhando comigo nos 9 primeiros meses. Não sei o que foi, mas ele chamou minha atenção logo de cara. Ele era lindo, gente boa, inteligente, engraçado, amava literatura, tocava violão... Já logo no início o feitiço se quebrou um pouco porque ele também era hetero topzera, gostava de ir em boates pagação e ouvir sertanejo. Devo dizer que de cara, o que me chamou a atenção foi a parte física, e não demorou muito para que eu estivesse conversando com ele todos os dias o dia todo. Ele sempre me esperava pra almoçar, me ligava pra saber se eu ia nas aulas, ficava me procurando pra conversar quando acabava o serviço. Ficamos muito próximos até que... Demos um beijo. Foi logo no primeiro mês de residência, estávamos completamente bêbados e eu já não tava aguentando de tesão. E então começou a surgir algo além da amizade.
Nessa altura do campeonato, meu namoro não estava lá essas coisas. Eu estava passando muito tempo ocupada com as coisas do meu serviço e ele estava ocupado com TCC, mestrado, artigo científico. Estávamos cada vez mais distantes um do outro, só que não queríamos reconhecer isso, porque tínhamos um carinho muito grande um pelo outro. As brigas eram constantes e eu ia desabafar com quem? Alex. Passei a enxergar nele um porto seguro, um alguém pra quem eu podia correr caso precisasse. Desabafava sobre os problemas do meu namoro, questões familiares, inseguranças da vida. E a gente conversava cada vez mais.
Ficávamos quase sempre, pelo menos uma ou duas vezes por semana. Às vezes no carro dele, às vezes na casa dele, as vezes em algum lugar do hospital, mas sempre dávamos um jeito. E assim, eu cheguei num ponto do meu namoro em que não dava mais pra continuar. Terminei tudo e ele foi a primeira pessoa que eu contei.
Passamos a ficar cada vez mais próximos um do outro. O carinho e a admiração cresciam cada vez mais, mas ao mesmo tempo, não havia nenhuma conversa que indicasse que ele queria continuar comigo a longo prazo. Informação importante: ele nunca namorou antes. Por causa disso e da ausência de perspectiva futura, passei a viver o presente com ele. Eu amava passar tempo com ele. Ficávamos horas e horas a fio conversando. Cansei de "dormir" na casa dele: o dormir está entre aspas porque na verdade ficávamos conversando até altas horas de madrugada, até que um de nós apagasse primeiro.
Nesse ponto da história, todos os nossos amigos do trabalho sabiam e torciam por nós enquanto eu sentia que aquele relacionamento não tinha futuro. Nunca tinha conhecido nenhum amigo dele ou alguém da família. Eu dizia pra mim mesma que isso não significava nada. Há umas duas semanas atrás, um amigo em comum conversou com ele sobre o nosso relacionamento. Disse que ele deveria assumir os sentimentos dele e que provavelmente eu iria cobrá-lo depois do carnaval. Alex falou pro nosso amigo que provavelmente a gente iria acabar namorando mesmo, porque já não tinha mais jeito. Um tempo depois, eu questionei Alex sobre essa postura de enxergar o nosso namoro como uma consequência do tempo em que a gente tá junto e não do tanto que a gente se gosta. Na minha cabeça não faz sentido: namoros acontecem porque duas pessoas se gostam e pronto. Eu pedi a ele que me perguntasse as coisas ao invés de supor o que eu estava pensando. Ele chorou muito, disse que gostava demais de mim e que não queria me causar sofrimento. Isso foi numa segunda feira. Fiquei terça, quarta e quinta com o coração pesado e acabei chamando ele pra conversar na minha casa. Ele era a pessoa com quem eu mais conversava diariamente. Eu estava sentindo muita falta disso. Na quinta, ele chorou mais ainda, me contou que a faculdade foi horrível pra ele, que ele teve depressão, perdeu 12 quilos e se sentiu um lixo durante muito tempo. Que esse momento de agora que a gente tá vivendo era a primeira vez em que ele está genuinamente , que ele nunca tinha sofrido realmente na vida e que ele tinha medo de se envolver e mudar algo desse momento feliz. Foi muito sofrido pra ele. Ele pediu um tempo pra pensar, pra ver como seria a vida dele no segundo ano de residência e pra tentar entender como ele quer lidar comigo. Depois dessa chamada que eu dei nele, ele descobriu que gosta demais de mim e que não quer ficar comigo sem que seja algo sério. E aí eu fiquei com muuuuuita raiva. Não sei lidar com rejeição por parte dos outros. Eu inicialmente havia concordado em ser amiga dele, mas eu me senti rejeitada. Xinguei ele de todos os nomes que consegui, bem infantil mesmo, e bloqueei ele em todos os lugares. Na sexta feira de carnaval, xinguei mais ele, fiz ele sair de um bloquinho, pra voltar pra casa e conversar comigo. É isso.
Eu amo esse homem, gente. Eu não sei ainda se eu quero namorar, mas eu quero ficar junto com ele. O que eu faço? A gente se vê muito pouco agora.
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2020.03.03 03:15 psicopatola Eu tinha dois "namorados" e perdi os dois 😬

Está é uma história sem final, já adianto pra vocês. Só queria desabafar mesmo. Meu nome é Jane e eu namorei o Michael por dois anos, sempre em um regime não monogâmico. Desde o primeiro dia que a gente ficou junto nunca mais paramos de nos falar. O namoro veio naturalmente, com um pedido lindo, depois de quatro meses em que estávamos juntos. Nunca houve uma conversa sobre ser ou não ser monogamia. Nós sempre conversávamos que na nossa concepção o amor é uma escolha e você é livre para se relacionar com quem quisesse. Tínhamos alguns tratos, tipo não se envolver emocionalmente, não ficar com conhecidos e não conversar sobre outras pessoas que ficávamos. Nunca fiquei com ninguém nesse meio tempo, mas me dava um alívio imenso só de saber que eu teria essa liberdade de escolha.
Pois bem, o tempo passou e as coisas aconteceram. Concluí meu curso médico, fui estudar psiquiatria. Depois que você forma em medicina, você faz a residência médica, que é um grande vestibulaEnem. A partir do resultado da prova, você escolhe um lugar pra ir. Escolhi o hospital mais antigo e tradicional da minha cidade e fui, feliz da vida. Lá conheci o Rafael, um outro médico que tinha passado em outro hospital, mas que ia ficar trabalhando comigo nos 9 primeiros meses. Não sei o que foi, mas ele chamou minha atenção logo de cara. Ele era lindo, gente boa, inteligente, engraçado, amava literatura, tocava violão... Já logo no início o feitiço se quebrou um pouco porque ele também era hetero topzera, gostava de ir em boates pagação e ouvir sertanejo. Devo dizer que de cara, o que me chamou a atenção foi a parte física, e não demorou muito para que eu estivesse conversando com ele todos os dias o dia todo. Ele sempre me esperava pra almoçar, me ligava pra saber se eu ia nas aulas, ficava me procurando pra conversar quando acabava o serviço. Ficamos muito próximos até que... Demos um beijo. Foi logo no primeiro mês de residência, estávamos completamente bêbados e eu já não tava aguentando de tesão. E então começou a surgir algo além da amizade.
Nessa altura do campeonato, meu namoro não estava lá essas coisas. Eu estava passando muito tempo ocupada com as coisas do meu serviço e ele estava ocupado com TCC, mestrado, artigo científico. Estávamos cada vez mais distantes um do outro, só que não queríamos reconhecer isso, porque tínhamos um carinho muito grande um pelo outro. As brigas eram constantes e eu ia desabafar com quem? Rafael. Passei a enxergar nele um porto seguro, um alguém pra quem eu podia correr caso precisasse. Desabafava sobre os problemas do meu namoro, questões familiares, inseguranças da vida. E a gente conversava cada vez mais.
Ficávamos quase sempre, pelo menos uma ou duas vezes por semana. Às vezes no carro dele, às vezes na casa dele, as vezes em algum lugar do hospital, mas sempre dávamos um jeito. E assim, eu cheguei num ponto do meu namoro em que não dava mais pra continuar. Terminei tudo e ele foi a primeira pessoa que eu contei.
Passamos a ficar cada vez mais próximos um do outro. O carinho e a admiração cresciam cada vez mais, mas ao mesmo tempo, não havia nenhuma conversa que indicasse que ele queria continuar comigo a longo prazo. Informação importante: ele nunca namorou antes. Por causa disso e da ausência de perspectiva futura, passei a viver o presente com ele. Eu amava passar tempo com ele. Ficávamos horas e horas a fio conversando. Cansei de "dormir" na casa dele: o dormir está entre aspas porque na verdade ficávamos conversando até altas horas de madrugada, até que um de nós apagasse primeiro.
Nesse ponto da história, todos os nossos amigos do trabalho sabiam e torciam por nós enquanto eu sentia que aquele relacionamento não tinha futuro. Nunca tinha conhecido nenhum amigo dele ou alguém da família. Eu dizia pra mim mesma que isso não significava nada. Há umas duas semanas atrás, um amigo em comum conversou com ele sobre o nosso relacionamento. Disse que ele deveria assumir os sentimentos dele e que provavelmente eu iria cobrá-lo depois do carnaval. Rafael falou pro nosso amigo que provavelmente a gente iria acabar namorando mesmo, porque já não tinha mais jeito. Um tempo depois, eu questionei Rafael sobre essa postura de enxergar o nosso namoro como uma consequência do tempo em que a gente tá junto e não do tanto que a gente se gosta. Na minha cabeça não faz sentido: namoros acontecem porque duas pessoas se gostam e pronto. Eu pedi a ele que me perguntasse as coisas ao invés de supor o que eu estava pensando. Ele chorou muito, disse que gostava demais de mim e que não queria me causar sofrimento. Isso foi numa segunda feira. Fiquei terça, quarta e quinta com o coração pesado e acabei chamando ele pra conversar na minha casa. Ele era a pessoa com quem eu mais conversava diariamente. Eu estava sentindo muita falta disso. Na quinta, ele chorou mais ainda, me contou que a faculdade foi horrível pra ele, que ele teve depressão, perdeu 12 quilos e se sentiu um lixo durante muito tempo. Que esse momento de agora que a gente tá vivendo era a primeira vez em que ele está genuinamente , que ele nunca tinha sofrido realmente na vida e que ele tinha medo de se envolver e mudar algo desse momento feliz. Foi muito sofrido pra ele. Ele pediu um tempo pra pensar, pra ver como seria a vida dele no segundo ano de residência e pra tentar entender como ele quer lidar comigo. Depois dessa chamada que eu dei nele, ele descobriu que gosta demais de mim e que não quer ficar comigo sem que seja algo sério. E aí eu fiquei com muuuuuita raiva. Não sei lidar com rejeição por parte dos outros. Eu inicialmente havia concordado em ser amiga dele, mas eu me senti rejeitada. Xinguei ele de todos os nomes que consegui, bem infantil mesmo, e bloqueei ele em todos os lugares. Na sexta feira de carnaval, xinguei mais ele, fiz ele sair de um bloquinho, pra voltar pra casa e conversar comigo. É isso.
Eu amo esse homem, gente. Eu não sei ainda se eu quero namorar, mas eu quero ficar junto com ele. O que eu faço? Eu tô com muita saudade. A gente se vê muito pouco agora.
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2020.02.29 08:21 economusbr6661 TINDER, O PIOR LUGAR PRA SE ENCONTRAR ALGUÉM PRA SE RELACIONAR.

Bom, primeiramente, eu tenho 19 anos e venho de um término de namoro de 2 anos com uma menina incrível e a primeira coisa que me veio na mente pra tentar superar e seguir essa vida nova de solteiro foi baixar o Tinder. No início era tudo mil maravilhas, só dando like em menina bonita, até que começaram a aparecer os match ( Antes de entrar nessa parte, de aparência física, eu sou bonito e querendo ou não sou uma pessoa interessante de se conversar e ficar, não é atoa que namorei uma pessoa por 2 anos) e nessa de vir os match eu sempre mandava mensagem mas nunca era respondido, acho que dei uns 30 match e dali o que se prosseguiu pra alguma conversa por mais de 2 dias foram 4 pessoas e dessas 4 atualmente só falo com uma, uma era problemática e surtada, pulei fora, outra era kpopeira (nada contra, mas não é o meu tipo), outra só queria me pegar e transar comigo( não rolou e agora ela tá namorando) e a única que sobrou virou minha amiga. Agora partindo pra parte que você não deve em hipótese nenhuma baixar esse aplicativo na esperança de encontrar alguém pra se relacionar (não pela minha idade né). 1- O Tinder possui algoritmos, ou seja, você não pode ficar dando like em qualquer pessoa que ele vai meio que te por na prioridade baixa em relação a outras pessoas. 2- Você tem que ser um usuário extremamente ativo pra conseguir se destacar na prioridade, usar o app todo dia e acabar com os likes e não sair dando em qualquer uma.
Partindo pro meu ponto pessoal
3- Pra mim, o Tinder não é nada mais nada menos do que um cardápio de quem quer ou não te comedar 4- A maioria das meninas que você encontra nunca estão interessadas em nada, apenas estão ali por estar 5- 90% das mulheres do Tinder só utilizam do aplicativo para divulgarem seu Instagram e ganhar seguidores em cima dos gados 6- A maioria das meninas ou são muito lindas ou muito feias ( padrão de beleza em que eu acho) não tem meio termo, o que acaba dificultando aparentemente quem não é um burguês do caralho de tanquinho e carro nas fotos.
Resumo em si, as mulheres só estão lá ou pra ganhar seguidores e divulgar instagram, ou inflar o ego delas por ter gados ou por simplesmente tá por estar sem objetivo. Eu não recomendo ninguém baixar o Tinder para tentar buscar o amor da sua vida, recomendo pra quem quer comer gente, isso mesmo, ou ter um Instagram com só foto de bunda de mulher pq é o que mais tem é mulher sexualizada lá e se você não tem nada pra fazer e tiver com tempo baixa essa porcaria aí pra distrair a mente pq dificilmente e excessões você terá encontro com pessoas com o seu mesmo objetivos. Te recomendo que tu saia, dê um rolê, ou procure gentes próximas de você na vida real caso queira mesmo uma pessoa "fechamento". Tinder é um Instagram erotizando
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2020.02.21 14:45 ContapraDesabafar Acho difícil eu ser amado um dia

Tem muita coisa pra ler, mas fico muito grato caso alguém ler tudo.
Acabei de me decepcionar...de novo.
Vinha falando com alguém fazia dois meses. Ela supostamente é pra se mudar pra minha cidade em breve.
Eu, já tendo sido enganado e acho que até traído antes, já não tinha muita facilidade em acreditar que alguém pode gostar de mim. Mesmo assim, eu confiei mais nela do que nas outras, porque ela dava sinais que as outras não davam. Foi sempre muito mais carinhosa.
Eu nunca namorei. Eu tive apenas uma ficante quase dois anos atrás, que ficou comigo por um mês. Eu também saí duas vezes com uma garota quando tinha 16 anos, mas não teve nem beijo e aí ela decidiu parar de falar comigo. Hoje eu sei que é porque ela queria que eu tomasse uma atitude e eu não tomava. Já essa ficante mais recente chegou à colocar que tava namorando comigo no Facebook, e então desapareceu da minha vida duas semanas depois.
Eu tive várias outras paqueras, mas não saí com nenhuma. E os mesmos passos sempre se repetiam:
  1. Eu me sentia confiante, sem nenhum apego à pessoa;
  2. Começava à me apegar, "sabendo" que iríamos sair em breve. A paquera rola solta dos dois lados nesse segundo passo.
  3. Semanas depois, ela sempre fica fria, distante e eu tento consertar as coisas.
  4. Descubro que ela de fato não me quer e já tem coisa melhor pra fazer.
E eu tô no 3 agora. Eu acreditei tanto. Vai ser mais difícil ainda confiar agora, acreditar quando dizem que gostam de mim, pois fica cada vez mais difícil. Todas as coisas que ela falou agora não são nada.
Eu tenho uma conta anônima no Instagram que uso pra ver as coisas sem ser percebido. Ontem de noite, eu vi que ela postou um story que não aparecia pra minha conta normal, e quando eu vi, era uma foto dela com um cara que ela chama de "meu maluquinho." Ela tava na casa dele, e teve na casa dele na noite anterior também. Ele postou um story com uma foto do olho dela. Ela postou foto dos cachorros dele.
Na última semana, ela tem sido distante. Começou uma faculdade sem me falar. Eu questionei, "achei que fosse vir pra cá?", e ela disse que vai transferir. Disse que tá distante porque tá tudo muito corrido. Eu quis acreditar, mas eu já passei por isso e sabia que aí tinha mais coisa. E agora, eu vejo isso.
Quando tudo começou à esfriar, eu tinha feito uma pergunta pra ela, pedi pra ela me falar uma música. Ela visualizou na hora e não respondeu. No dia seguinte, ela me mandou um print do perfil da minha amiga, dizendo que ela sempre vê os stories dela. Eu dei respostas curtas. Ela disse "aiai", me pediu se eu falava com ela, essas coisas. E aí ela pediu pra seguir a minha amiga, que tem conta privada. Eu questionei, e ela disse que pediu pra seguir pra ver quem era, mas que aí decidiu falar comigo. Mas pelo que parece, a conta não bate. Parece que ela pediu pra seguir DEPOIS de falar comigo, como se não acreditasse que é só uma amiga. Me pareceu ciúme, o que me confortou por um dia ou dois.
E ela disse que tava me sentindo estranho, frio com as respostas. Disse que tava dando espaço pra ela (na verdade eu tava magoado com a ausência dela). Ela disse que não quer espaço, só que tá tudo muito corrido. Tentei acreditar e me abri, disse que tava chateado e com medo de incomodar ela. Um dia depois ela responde dizendo de forma expressiva que "não incomodo!!!", rolou uns "eu te adoro"...e aí a frieza voltou. Ela quase não falou comigo essa semana. Chegou um dia em casa e disse que ia tomar um banho e já ia falar comigo, e agora faz uns cinco dias e ainda nada. Mandei uma mensagem hoje, "tá, eu entendi, me desculpa." Eu tenho medo da resposta dela, ou pior, de ela nem responder.
Eu não entendo. Ela fazia chamada de vídeo comigo, pedia por isso, comentava nas minhas coisas, dizia que sonhava comigo, até me pediu pra escrever algo pra ela quando viu que escrevo poesia às vezes, combinamos de fazer tanta coisa e ela sempre quis saber de mim. Por quê? Por quê isso sempre acontece comigo?
Nada dura pra mim. Eu não acho que posso ser amado, ou que saberia aceitar o amor caso alguém me amasse. Sei que ainda é cedo pra falar dela e amor, nem nos vimos ainda, mas acho que sabem aonde quero chegar.
Eu fui muito otimista com ela, TODAS suspeitas que tive dela nas vezes que ela saía se mostravam erradas. Eu tive tantas provas de que ela era honesta comigo. E agora, acostumado à ver as coisas por esse lado, a minha cabeça ainda insiste em dizer que eles são só amigos e que eu tô entendendo errado, porque eu realmente tenho um entendimento fraco do que é amizade e geralmente vejo tudo com uma certa maldade (o que eu odeio). Mas dessa vez, não dá. Faz muito sentido. Ela escondeu isso de mim e tá distante...não tem outra explicação. É óbvio. O meu receio é de ela dar uma resposta ainda mentindo pra mim, me chamando de "amor" como ela costuma fazer e fingindo se importar comigo. Eu provavelmente ia tentar acreditar...só porque quero que seja verdade. Mas eu não vou conseguir aceitar de verdade. A palavra "amor" me machuca.
Eu sou um idiota iludido que tenta ser amado, sendo que eu mesmo não me amo.
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2020.01.08 08:07 Bloodao Paixão por uma personagem fictícia.

Olá, esse é o segundo site em que posto isso, por mais que seja um tanto vergonhoso pra min, sinto que é nescessário, por favor se você acha esse título uma brincadeira ou uma fanfic, pelo menos não comente nada pra não piorar minha situação, irei contar como tudo começou desde o primeiro dia.

Naquele dia eu estava jogando tranquilamente, e chega uma mensagem no meu celular, eu abro e é meu amigo, me recomendando um anime, eu curto animes e ultimamente tem sido o meu hobby além de jogar, então eu fui ver, pra quem assiste bastante animes, provavelmente já deve conhecer,Rascal Does Not Dream of Bunny Girl Senpai, ou só pelo nome curto que as pessoas chamam normalmente, Bunny Girl Senpai, e bom, eu assisti o anime inteiro e achei maravilhoso e incrível, creio que tenha sido o melhor anime da minha vida inteira, depois de terminar o anime assisti o filme do anime, que também é espetacular, depois disso eu fui continuar meu dia normal de férias, jogar ou assistir mais anime, mas eu tavo sentindo um peso enorme, e eu não sabia o que era, e eu ficando confuso comecei a entrar em pânico, tentando descobrir o que estava me causando essa agonia, esse frio na barriga absurdo, então sem querer eu descobri, quando eu pensei em uma das personagens do anime, eu cai em lágrimas, tinha acabo de descobrir que estava apaixonado por uma personagem fictícia, me refiro a Mai Sakurajima, ou apenas Mai-San, e eu estava tentando achar uma solução e me veio a cabeça ''eu posso ficar tranquilo, isso é só uma apaixonite por uma personagem, obviamente não vai durar nada ou algo do tipo'', emfim.... aqui estou eu, com um belo tempo passado, e já estou ficando com medo de me sentir assim pra sempre, pode parecer muito exagero, afinal estamos tratando de algo impossível, mas eu realmente percebo que estou apaixonado por ela, ela conseguiu ser perfeita aos meus olhos, provavelmente não só aos meus, isso que me deixa ainda mais furioso, além de ser uma personagem, ou seja, é algo que nunca conseguirei, se por um acaso eu conseguisse, eu não seria o único, pode parecer egoísmo mas é o que eu sinto, eu cada vez só sinto mais afeto por ela, eu realmente à amo, eu percebo isso por que um dia eu já fiquei apaixonado por uma garota, e senti as mesmas coisas, e eu só consegui esquece-la por que ela realmente parou de existir pra min, eu não lembro dela mais, e quando eu lembro não sinto mais nada, provavelmente muitos de vocês que estão vendo esse texto vai tentar responder que esse é o exemplo mais forte de que eu vou um dia quem sabe esquecer a Mai-San, mas pra min esse é o exemplo mais forte de que eu não vou esquecer, por que pra esquecer uma garota que eu praticamente não tinha contato nenhum com ela, quase não a via, foi um inferno, imagina pra uma personagem, que é algo que aparece toda hora, ainda mais ligada a tantas coisas importantes pra min, por exemplo, quem me recomendou o anime foi um dos meus melhores amigos, pra min ele é uma pessoa inesquecível, e o anime foi o melhor que já vi na vida, então também é inesquecível, eu já não sei o que fazer, muitas pessoas também podem falar que eu só estou apaixonado por ela ser uma personagem bonita, mas a personalidade dela pra min é a melhor do mundo, eu não consigo acreditar que exista algo assim, uma pessoa tão boa e doce, que se preocupa com você a ponto de largar o trabalho que estava fazendo em outro país, pra viajar até você pra te confortar, talvez possa existir várias pessoas assim, mas eu queria me casar com ela, queria dormir com um abraço quente dela, e pensar nessas coisas só aumentam meu amor por ela.

Eu sou um cara muito realista, nem um pouco utópico, reconheço o que é impossível, e talvez por isso eu esteja mais triste do que deveria estar, eu sei que não vou consegui-la, e isso me dói muito, acho que é a dor mais forte que já senti, superou até a que eu senti na morte do meu avô.

Não sou uma pessoa triste, não vivo dizendo por ai que quero cortar os pulsos nada do tipo, e como eu já disse essa sensação não é nova pra min, já que já senti isso um dia, eu fico com um ódio de mim mesmo por ter me apaixonado por uma personagem de um desenho japonês, kkkk me da até vontade de rir, mas a tristeza bate muito mais forte por culpa de todos esses fatores, eu não vou esquece-la, e nunca vou ter ela junto comigo.

Eu realmente agradeço você que leu tudo isso e que provavelmente quer me ajudar, eu não sei o que fazer, e não sei o que quero que aconteça no meu futuro, já que uma parte de min que esquece-la, pra acabar com esse sofrimento que estou sentindo, mas a outra parte quer que eu lembre dela, essa parte quer ser utópica, a ponto de ter esperança de um dia eu me juntar a uma personagem de desenho, eu não sei como eu deixei isso acontecer (me apaixonar por uma personagem), mas eu me culpo todo dia por isso.

Antes de terminar queria dizer que se você for responder uma frase pra me ajudar que seja do tipo: ''fale com seus pais sobre isso, eles são as melhores pessoas pra conversar com você'' ou ''tente achar uma pessoa igual a ela, tanto em aparência (apesar de ser impossível pois além dela ser perfeita rsrs... ela é uma personagem de anime) quanto em personalidade''. Digo pra não responder isso pois se eu falo pros meus pais sobre isso, e que foi assistindo anime que aconteceu, eles vão cortar minha assinatura com o site de animes, pois pra assinar foi uma luta, já que meu pai havia ouvido rumores de que adolescentes/jovens estava se suicidando e coisa do tipo por causa de animes, e assistir animes está sendo meu hobby principal, é o que eu mais gosto de fazer. E pela parte de encontrar alguém parecida, por que eu não vou ficar com uma garota apenas por que ela parece com uma outra pessoa que eu gostaria de estar namorando, além de ser ruim pra min, em questão de eu estar sendo egoísta e deixando a garota triste por isso, eu vou estar apenas aumentando as esperanças de que um dia eu tenha ela.
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2019.12.01 22:08 mathgod88 Comportamento humano

Galera o seguinte, conheci uma menina ano passado no final do ano e começamos a sair, passamos a virada juntos e conversavamos todos os dias sem falta, éramos amigos mas sempre ficávamos e tinha esse afeto, eu fui na casa dela várias vezes jantar e assistir filme, ela veio na minha e quase sempre saíamos final de semana e continuamos por meses até que..
ela conheceu um garoto na faculdade que gostava dos mesmos desenhos que ela e eles começaram a conversar até que ela me disse que eles haviam ficado, eu fiquei triste, mesmo sabendo que não estávamos namorando eu esperava que ela tivesse mais consideração, afinal ela ficou com esse menino 1 semana depois de termos transado pela primeira vez, e eu tentei conversar com ela sobre isso , disse que não gostava e tal e quase terminamos amizade, eu senti que já tinha perdido ela mas mesmo assim continuava conversando, até que estávamos conversando e decidimos sair, foi legal e tudo e quando cheguei em casa disse que dps das férias ela provavelmente iria falar com o menino denovo e eu não ia ficar tiltado, ela disse que não estava falando com ele e que ela se irritava quando recebia mensagem dele, então ficamos próximos denovo e ela deu ideia de namorar, durou 2 meses, estávamos tão bem como amigos e nesses 2 meses de namoro ela foi se afastando e eu percebendo tentei conversar, ela não queria de jeito nenhum, perguntei se era outra pessoa e ela disse que não e simplesmente chegou a um ponto que ela se irritava comigo por qualquer coisa, eu sempre tratei ela bem, tentava motivar ela e me importava muito mas ela simplesmente falou que não queria mais, apesar de eu não ter feito nada e a mudança foi tão repentina que fiquei espantado e fiquei no pé dela correndo atrás pra tentar entender o porquê daquilo, ela é bissexual e disse que queria uma garota mas que pegava homem por ser mais fácil, mas também ela disse que não escolhia por quem ela tinha interesse, ela dizia que eu tinha sorte, depois disse que todos os homens são ratos nojentos e essas coisas foram acumulando sabe, eu não podia mais passar a mão na cabeça e eu também sabia que ela não gostava de conversar sobre, amor, relacionamento e tal, pra ela parece que foi um passatempo.
Eu atribuo isso ao fato do primeiro namoro dela de 4 anos, o cara terminou com ela e ela nunca superou, nas próximas relações dela, ela sempre terminou desse jeito e como eu sabia disso, continuei tentando fazer ela conversar e ver que nem todo homem é assim, só recebi patada e por algo bobo que eu disse sobre computação, ela disse, "você é muito estranho, não quero mais falar com você ", pra mim foi uma desculpa idiota e depois disso eu ainda tentei mas ela me bloqueou no WhatsApp, Instagram e twitter, a última coisa que ela disse foi que já estava saindo com alguém e perguntou se eu estava feliz..
antes disso ainda eu expliquei meu lado pra ela, éramos amigos, dps ela teve ideia de namorar, e dps virou nada, sendo que não houve nenhum evento catastrófico, ela disse que entendia mas que não se importava, eu tinha cuidado para contribuir com a felicidade dela dia a dia para acumular e ela me amar mais, enfim.. fui na casa dela e peguei as coisas que eu tinha dado, a mãe dela mandou mensagem em seguida perguntando oque estava acontecendo e falei pra ela, amanhã ainda irei conversar com a mãe dela enquanto ela estiver na faculdade, o fato é que evidências apontam que ela ficou tão mal pelo relacionamento que falhou que ela de alguma forma programou a mente dela para não se importar com nada, não é só em relacionamento, uma das respostas favoritas dela é "não sei" e isso me frustra, não existe nenhum esse ser humano que pode ser insensível a tudo, no final sempre queremos alguém que nos trate bem, que nós de confiança e segurança e que se importe de maneira mútua, então eu não consegui quebrar o gelo dela, ela tem que querer também mas pelo jeito ela vai ficar daquele jeito por muito tempo, alguém já passou por isso ?
Ps: ainda estou triste com tudo mas já acostumei, terminamos há uns 2 meses, disse pra mãe dela que gosto do pessoal ainda e não estou com raiva de ninguém, ela disse que não está com raiva de mim também mas agora eu sinto que não posso fazer nada, queria ajudar ela a entender as coisas, tem 19 anos a criança
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2019.10.23 07:25 mr_nobody_matter A mulher que eu amo é lésbica, e é isso.

Eu a conheci na época do colégio. No momento em que eu que bati o olho nela senti uma forte atração. Se era algo químico, espiritual etc foda-se eu nao sei e não ligo. Só sei que de imediato eu senti que eu tinha que me aproximar dessa menina de algum jeito.
Curioso que de inicio, não tínhamos quase nada em comum. Mas com o tempo e a convivência fomos construindo uma amizade fortíssima. Sentávamos sempre juntos, fazíamos atividades sempre juntos, passeávamos por ai e nesse processo acabamos compartilhando e dividindo muito os nossos gostos e vivencias. Posso dizer com certeza que parte do que sou hoje teve influencia dela e ela diria o mesmo sobre min. Eu volta e meia demonstrava que sentia algo mais, mas ela sempre cortava ou disfarçava de maneira desconfortável. Nunca insisti nem fui chato, afinal ninguém é obrigado a gostar de ninguém. Mas ficava me perguntando: por que não rola nada entre a gente? será que ela gosta de alguém? Será eu era tao feio assim? Seria essa a famigerada friendzone ou coisas do tipo.
Bem, o tempo passou e acabei me afastando um pouco dela devido a rotina, apesar de sempre trocarmos ideia. Até que um dia desses a encontro e ela revela pra min que é lésbica e que tava namorando uma garota. Apesar da revelação, não fiquei tão surpreso porque minha mente na hora começou a fazer as conexões certas. O fato é que isso sempre esteve evidente e provavelmente a paixão meio que me cegou de enxergar isso naquele tempo.
De imediato dei meu apoio. Disse que ela merecia ser feliz e que tava nítido nela o semblante de alguém que se encontrou. Durante a noite fiquei fazendo uns exercícios de empatia. Fiquei imaginando o quão difícil deveria ser pra ela fingir ser algo que não era esse tempo todo, ainda mais vindo de família conservadora. Pior ainda, já pensou se ela tivesse cedido as minhas tentativas e por pressão social ou insegurança tentasse desenvolver um relacionamento amoroso comigo mesmo não sentindo atração nenhuma pelo meu gênero? Me coloco no lugar dela e pensando o quão traumático isso poderia ser.
O fato é: eu amo essa menina, e quero que ela seja feliz e realizada. Só que... as vezes um pensamento me tira o sono: cara, eu nunca poderei te-la. Absolutamente nunca! E sei lá... isso me angustia profundamente. Para a maioria das pessoas que não tem seu amor correspondido existe sempre a incerteza do futuro: talvez lá na frente quando estivermos mais maduros, ou em posições ou condições melhores... sei lá. Mas no nosso caso não existe "nós". É nunca e acabou. As vezes eu só queria sair com ela por ai de mãos dadas, ficar deitado na cama ouvindo as piadas sem graça dela enquanto fico contemplando aquele rostinho lindo... Não tem um casamento que eu vá que não pense um pouco: "imagina ela de branco vindo na minha direção..." Mas absolutamente nada isso vai acontecer.
Enfim, eu só quero que ela seja muito feliz e que encontre uma mina que a ame tanto quanto eu. Só espero um dia encontrar outra mulher que desperte esses mesmos sentimentos em min. Até lá, vida que segue
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2019.10.10 06:44 pinho07 Como escolher o amor da sua vida? Se é q existe o amor da sua vida...

Estou confuso quanto a começar uma vida amorosa, nunca namorei, mas posso começar em breve, só preciso me decidir. Sei q pode parecer estranho alguém tratar coisas do coração de modo tão racional, como se fosse natural controlar o momento de amar ou não. Considero o namoro um relacionamento muito sério q exige tempo, paciência, maturidade, respeito, etc. Tenho medo de causar sofrimento na outra pessoa por não saber amá-la suficiente ou então criar falsas expectativas ou então me frustar com o término desse relacionamento sendo preterido. No fundo, fico achando nunca ser bom o bastante para o outro, enfim... inúmeros medos bobos. Acredito q a união de dois seres é algo de extrema importância na nossa vida, não q seja imprescindível ou obrigatória para se ter uma vida melhor, mas dessa união podemos dividir o peso da vida e crescer em amor, alegria, paz e harmonia.
Outra coisa q meio q acredito, mas tbm não estou convicto se é verdade, é se temos de fato uma pessoa ideal para vivermos uma experiência afetiva. Alguns dizem alma gêmeas, tampa da panela, outra metade, etc, como se antes de nascermos já estivesse "escrito nas estrelas" q teremos uma pessoa q está em algum lugar do universo e no momento mais apropriado iremos nos encontrar e a mágica vai acontecer. Meio q acredito nisso pq pra mim é fato q acontece com muitas pessoas ao se ver "um certo alguém" ter sensações marcantes, aparentemente inexplicáveis, tendo o coração batendo mais forte. Uns dizem q é química, outros q é afinidade magnética, outros q são relações advindas de vidas passadas. O famoso "amor a primeira vista". Dentro dessa lógica imagino q pra ser uma união legítima deve haver reciprocidade, tenho q perceber ou sentir q o outro naturalmente tbm sente algo diferente por mim.
Mas tbm entendo q talvez toda essa história seja uma distorção romântica das relações humanas, afinal não temos como precisar ao certo todos os níveis do envolvimento emocional, existem heurísticas, vieses, circunstâncias q manipulam nossas sensações. Quantos casos existem de casais q juravam ser par perfeito e depois se desiludiram ou o contrário, pessoas q a princípio nunca se imaginaram juntas e depois passam a viver "felizes para sempre".
Diante disso, quando me sinto atraído por alguém interpreto q não necessariamente isso quer dizer ser preciso um envolvimento amoroso mais sério, busco controlar meus sentimentos e mesmo estando interessado procuro não demonstrar. Espero o tempo passar pra saber se realmente gosto da pessoa, busco conhecê-la melhor, quero ter a certeza de não ser "fogo de palha" ou uma paixonite de adolescente.
Diante de tudo isso, fico na dúvida: será q se começar a namorar com tal pessoa estarei namorando com a pessoa certa na minha vida? Ou será q tenho q esperar mais um pouco? Na escala de 1 a 10 da reação química ideal entre dois seres talvez essa pessoa q acho ser a pessoa certa está no nível 9, pode acontecer de na semana seguinte encontrar outra q está no nível 10 ou seria 9,9? Esse jogo do amor é perigoso, parece q funciona na tentativa e erro, não quero crer na maldosa frase "enquanto não encontro a pessoa certa, vou me divertindo com as erradas".
Estou num dilema, há mais de um ano tive um encontro fortuito com uma menina bem reservada da faculdade, trocamos olhares e conversas, e me senti muito impactado e atraído por ela. Juro q desde então nunca mais deixei de pensar nela, acho q em todos os dias. Peguei o contato dela, depois disso tivemos conversas esparsas pelo zap, temos muita afinidade de ideias e até chegamos a nos encontrar em alguns finais de eventos q curtimos em comum, mas como já era tarde da noite e o ambiente tumultuado só ficamos nos abraços e sorrisos. Na faculdade é difícil nos vermos e quando isso acontece é sempre corrido, estudamos de noite e os horários não batem pq somos de cursos diferentes. Eu tbm meio q fujo dela, ando pelos corredores evitando encontrá-la, pq não saberia como reagir. Não gosto de estender muito as conversas, pq perco um pouco do controle quando a vejo, fico pálido e me dá taquicardia, não gostaria de demonstrar às claras meus sentimentos. Na vdd, nem conheço ela direito, isso td pode ser fantasia da minha cabeça, devaneios pretensiosos, às vezes ela só me trata como um amigo distante, apesar de já ter me surpreendido com uma demonstrações de carinho fora da faculdade por meio de um bilhetinho escrito a mão q ela pediu q outra pessoa me entregasse. Somos de bairros distantes dentro da mesma cidade e eu presumo ela não quer compromisso nesse atual momento de sua vida. Por enquanto não revelo meu amor carnal, fico no platônico enquanto os medos bobos não vão embora.
Pra apimentar a história, surge um outro alguém, uma amiga de longa data q sempre achei delicada, bonita e singela, mas como ela era alguns anos mais velha q eu, acho q 2 anos, não me imaginei namorar com ela. Ela hj está mais madura e bem mais próxima de mim. Quando nos encontramos percebo o acanhamento dela, mas nas msgs suas carinhas de emojis são sempre afetuosas comigo. No pouco q ficamos juntos ela já me contou da sua vida pessoal, do seu ex-namorado, dos seus planos e incertezas. Ela é bem mais aberta comigo do q a outra, isso tbm se deve pq já nos conhecemos a mais tempo. Meu coração tbm diz q talvez podemos namorar, mas não tive aquele amor a primeira vista como foi com a outra. Sou sempre cordial e amigo com elas, evito entrar em assunto mais voltado quanto aos meus sentimentos por elas. Só q nesse último mês estou sendo impelido a me manifestar.
Aff... pq eu não me resolvo quanto a isso?
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