DE NAMORO roteiro

Seriado em forma de livro

2020.09.24 02:54 Quirky_Leadership351 Seriado em forma de livro

Já imaginou ler o seu seriado favorito? Algumas editoras tornam isso possível através de livros com histórias direto dos principais seriados de televisão. O único problema é que normalmente os episódios são simplesmente os roteiros de episódios já televisionados, o que acaba com a surpresa para os fãs que já acompanharam as histórias pela televisão ou streaming.
Pensando nisso, uma editora de ebooks decidiu lançar diversos livros que seguem o mesmo formato dos principais seriados de televisão, porém com histórias e personagens nunca antes vistos. A saga Jardins do Imperador conta a vida de um grupo de amigos que vive no mesmo condomínio em Melbourne – Austrália, e acompanha diversos momentos em suas vidas. Da adolescência a maturidade, as histórias descrevem momentos como o primeiro amor, festas, colégio, universidade, o primeiro beijo, a primeira vez, namoros, casamentos, acidentes, despedidas. Ou seja, tudo que não pode faltar em uma boa história.
O primeiro volume da série se chama “Descobrindo o Amor” e foi lançado há poucas semanas no Brasil. O volume apresenta os personagens Luke, Julian, Zach, Mandy e Kim, e começa a acompanhar a vida de cada um através de uma narrativa simples por se apoiar no formato de roteiros e seriados.
O primeiro volume pode ser comprado por R$6,90 pelo site: https://www.editoravidgam.com/
Os demais volumes da saga têm lançamento previsto ainda para esse ano.
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2020.05.01 04:58 policemymom 2 anos. Amo você.

Amor, não tem nada que eu deseje tanto quanto estar com você nesse dia. Nem sei como começar te escrever algo, você é tão especial pra mim que tudo que eu faço ainda é pouco pro amor que eu tenho, não tem como demonstrar exatamente. Você tem sido encantadora desde o dia que te conheci, eu ainda sinto borboletas no estômago quando falo contigo e quando tô prestes a te ver, igualzinho no começo. Nosso relacionamento é melhor que no início e só melhora a cada dia, não existe isso de os começos de namoro são muito bons, pra nós todos os dias são bons. Amo como você preza por isso, xu. Amo como a gente sabe valorizar as pequenas atitudes que são só nossas, tipo dar um boa noite com um roteiro determinado todos os dias (boa noite, dorme bem, bons sonhos, beijinhos, emoji), se ligar pra jogar, assistir séries e filmes juntas. Tudo isso é muito especial pra mim. Eu nunca imaginaria que ia amar tão genuinamente, um amor que emociona e que me faz querer estar perto de ti o tempo inteiro. E agora eu me surpreendo o tempo todo com a sua capacidade de me fazer amar ainda mais. Queria que você entendesse o quanto você é incrível e importante, queria que você se amasse como eu te amo. Você fez toda diferença pra mim esse tempo todo xu. Pode parecer egoista, mas é muito bom saber que eu tenho alguém que se importa comigo talvez mais que consigo mesma (é como eu me sinto em relação a você), me conforta te ter. Você é compreensiva, você tá sempre presente, você me da todo amor que eu preciso. Além de tudo isso, você é alguém que me encoraja. Você me elogia tanto que eu consigo acreditar em umas coisas, você faz com que eu me sinta segura comigo mesma. Tenho certeza que é com você que eu quero estar o resto da minha vida. Amo quando a gente fica fantasiando o dia do nosso casamento e temos até uma playlist pra isso. Amo ver as coisas pela segunda vez pra poder ver contigo. Amo te acompanhar em tudo. Você é minha pessoa preferida, é com você que tenho as melhores piadas internas e os melhores momentos, é em você que eu penso quando vejo ou escuto qualquer coisa que fala de amor. Amo você inteira, não mudaria nada, amo seu jeito de ser. Amo como você é sincera comigo e como nós sempre esclarecemos as coisas uma pra outra. Amor, você é a mulher mais maravilhosa desse mundo. Amo estar com você e conviver todos os dias, descobrir coisas novas de você, coisas que só você diz e só você faz >só você diz “primeiro de conversa” e tem lichia como uma possível fruta favorita<. Amo como você é única e não tem ninguém nem perto de ser parecida contigo. Amo quando você tá mostrando seus talentos, quando você dança é uma das maiores emoções que eu sinto (sério xu, chorei todas apresentações), quando você manda vídeo tocando e cantando, quando você escreve uma poesia. Você é muito boa em tudo o que faz, você é dedicada e é fantástico te ver fazendo algo que você ama, ou te ver falar sobre algo que você ama. É extraordinário quando você se empolga pra me contar algo, eu sempre amo ouvir o que você sabe ou uma história sua. Você é demais de incrível. Demais de engraçada, inteligente e linda. Ter você como namorada é o maior privilégio que eu tenho e espero ter a vida inteira. Eu te amo, nunca duvide disso. Juro estar contigo todos os dias, bons ou ruins, pra te apoiar em tudo e crescer com você. Obrigada pelos nossos 2 anos de namoro, amor. Você tem maestria 7 em ser a melhor namorada do mundo.
Tô morrendo de saudade do seu beijo, abraço e carinho. Quando estivermos perto nós vamos sair pra comemorar essa data mesmo atrasada ok? Prometo.
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2020.05.01 04:44 policemymom 2 anos. Amo você.

Amor, não tem nada que eu deseje tanto quanto estar com você nesse dia. Nem sei como começar te escrever algo, você é tão especial pra mim que tudo que eu faço ainda é pouco pro amor que eu tenho, não tem como demonstrar exatamente. Você tem sido encantadora desde o dia que te conheci, eu ainda sinto borboletas no estômago quando falo contigo e quando tô prestes a te ver, igualzinho no começo. Nosso relacionamento é melhor que no início e só melhora a cada dia, não existe isso de os começos de namoro são muito bons, pra nós todos os dias são bons. Amo como você preza por isso, xu. Amo como a gente sabe valorizar as pequenas atitudes que são só nossas, tipo dar um boa noite com um roteiro determinado todos os dias (boa noite, dorme bem, bons sonhos, beijinhos, emoji), se ligar pra jogar, assistir séries e filmes juntas. Tudo isso é muito especial pra mim. Eu nunca imaginaria que ia amar tão genuinamente, um amor que emociona e que me faz querer estar perto de ti o tempo inteiro. E agora eu me surpreendo o tempo todo com a sua capacidade de me fazer amar ainda mais. Queria que você entendesse o quanto você é incrível e importante, queria que você se amasse como eu te amo. Você fez toda diferença pra mim esse tempo todo xu. Pode parecer egoista, mas é muito bom saber que eu tenho alguém que se importa comigo talvez mais que consigo mesma (é como eu me sinto em relação a você), me conforta te ter. Você é compreensiva, você tá sempre presente, você me da todo amor que eu preciso. Além de tudo isso, você é alguém que me encoraja. Você me elogia tanto que eu consigo acreditar em umas coisas, você faz com que eu me sinta segura comigo mesma. Tenho certeza que é com você que eu quero estar o resto da minha vida. Amo quando a gente fica fantasiando o dia do nosso casamento e temos até uma playlist pra isso. Amo ver as coisas pela segunda vez pra poder ver contigo. Amo te acompanhar em tudo. Você é minha pessoa preferida, é com você que tenho as melhores piadas internas e os melhores momentos, é em você que eu penso quando vejo ou escuto qualquer coisa que fala de amor. Amo você inteira, não mudaria nada, amo seu jeito de ser. Amo como você é sincera comigo e como nós sempre esclarecemos as coisas uma pra outra. Amor, você é a mulher mais maravilhosa desse mundo. Amo estar com você e conviver todos os dias, descobrir coisas novas de você, coisas que só você diz e só você faz >só você diz “primeiro de conversa” e tem lichia como uma possível fruta favorita<. Amo como você é única e não tem ninguém nem perto de ser parecida contigo. Amo quando você tá mostrando seus talentos, quando você dança é uma das maiores emoções que eu sinto (sério xu, chorei todas apresentações), quando você manda vídeo tocando e cantando, quando você escreve uma poesia. Você é muito boa em tudo o que faz, você é dedicada e é fantástico te ver fazendo algo que você ama, ou te ver falar sobre algo que você ama. É extraordinário quando você se empolga pra me contar algo, eu sempre amo ouvir o que você sabe ou uma história sua. Você é demais de incrível. Demais de engraçada, inteligente e linda. Ter você como namorada é o maior privilégio que eu tenho e espero ter a vida inteira. Eu te amo, nunca duvide disso. Juro estar contigo todos os dias, bons ou ruins, pra te apoiar em tudo e crescer com você. Obrigada pelos nossos 2 anos de namoro, amor. Você tem maestria 7 em ser a melhor namorada do mundo.
Tô morrendo de saudade. Saudade do seu abraço, beijo e carinho. Quero você logo pra gente comemorar os 2 anos fora da data mas pessoalmente, ok? Amo você júlia, daqui até a eternidade. ❤️
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2019.08.12 07:24 echimenes SOBRE O LADO COMPLICADO DAS RELAÇÕES - HOMOAFETIVAS OU NÃO

Ok, isso é literalmente um desabafo. Acho que já passei da fase das reclamações - e essa nem seria a função desse grupo. Mas aviso desde já: história longa a frente.
Primeiro, vou contextualizar vocês:
Eu tenho 22 anos de idade. Formado em Contabilidade em uma universidade federal. Me considero bonito, tenho boas comunicações sociais no ramo profissional e já trabalho na minha área de formação a quase 2 anos.
Sou gay. Não assumido para familiares - não por escolha, mas simplesmente por que não me preocupo com o que vão pensar de mim. Eu sou o que sou e tenho pleno orgulho de mim. Não preciso ficar anunciando a ninguém. Quem já sabe, e algumas pessoas mais próximas a mim já sabem, me aceitam sem complicações ou preconceitos imaturos.
Sempre fui mente aberta, porém apenas me reconheço como homossexual a pouco mais de 3 anos. Morava em uma cidade minúscula até mudar definitivamente para a cidade onde a minha universidade se localiza, uma das maiores do estado. Aqui, terminei minha graduação e consegui um bom emprego. Viver com a minha avó, depois do falecimento da minha mãe aos meus 11 anos, me fez crescer livre, embora minha timidez excessiva na adolescência não me permitiu ser um cara de festas e baladas, ou bebidas e outras drogas lícitas. Não sou de muitos amigos até hoje, embora seja mais extrovertido do que jamais fui.
Gosto de escrever. Muito. Meu sonho é ganhar dinheiro escrevendo um dia, seja livros ou roteiros de novelas e filmes - confesso: eu penso alto, embora meus pés estejam bem firmes no chão. Sou nerd quando o assunto é ciências, filmes, séries, livros e coisas dessa área pop. Gosto de fazer amigos que curtam o mesmo que eu.
Agora vamos ao "problema":
Eu me apaixonei por um garoto. Um ano mais velho que eu. Nem um pouco nerd e de personalidade extremamente mais dominante, mais autoritária. Um cara mandão, do tipo que não aceita "nãos" como resposta para nada.
Eu, que cresci sendo mimado pelas mulheres da minha família, jamais pensei que fosse me desarmar por outra pessoa como aconteceu. De verdade, pensei que eu fosse ser um grande babaca quando encontrasse o amor da minha vida.
"Grande engano o seu!" - disse o coração.
Pois é, o amor veio. Jamais senti o que senti por ele quando nos conhecemos. Foi bem na época em que eu "soube" que gostava de garotos e esse cara literalmente me ensinou, me introduziu ao mundo LGBTQ+. E só Deus sabe o quanto eu adorei isso. Aprendi a perder o pouquinho de preconceito que eu ainda trazia comigo desde antes de me ver nesse meio. Ele cuidou de mim, me ajudou a me adaptar nessa nova cidade e me fez pensar estar num sonho.
Obs.: sem contar que tudo o que sei 'na cama', adivinhem? Foi ele também que me ensinou. Virgem até os 20. Pronto, falei.
Eu realmente espero que outros homossexuais que lerem esse texto se identifiquem com a minha história. Eu não acho que seja tão incomum assim passar pelo que eu passo.
Começamos a namorar. Eu conheci a família dele. Passei a frequentar muito sua casa e a dormir lá mais vezes do que eu dormia na minha própria durante a semana. Seis meses haviam passado e já fazíamos planos ousados de irmos morar juntos dividir um mesmo aluguel e um mesmo lar. Ter nosso próprio doguinho.
Logo quando encontramos nossa nova casa, com menos de um ano que nos conhecíamos, resolvemos fazer nossa "lua de mel". Compramos juntos uma viagem para o Nordeste, onde ele viu o mar pela primeira vez comigo - eu já havia visto antes, durante um Simpósio no sul em que fui com minha turma da faculdade.
Foi durante essa viagem que senti as coisas começarem a desandar. Eu soube desde o início que ele era obsecado por sexo. E não me entendam mal, eu também gosto, mas no caso dele - ser assumido desde muito pequeno, ter conhecido o mundo do sexo logo com seus 14 anos de idade e nunca ter sido muito controlado pela mãe que o criou para ter cuidado com esses assuntos, creio que isso mexeu com a cabeça dele -, imagino que isso o deixou ser mais guiado pelo lado irracional da coisa.
Eu sei que muitos casais passam por isso. Apimentar a relação, encontrar uma forma nova de fazer. De repente, um brinquedo ou um até mesmo um terceiro. Sim, hoje eu sei que isso é a coisa mais normal no mundo. Não é um bicho de sete cabeças. Não é um BIG DEAL. É o ser humano. Somos nós. Cansamos do mesmo corpo, dos mesmos lábios, dos mesmos assuntos. Não tem a ver com amor. Tem a ver com adrenalina. Precisamos sempre de renovações, de viver novas aventuras. É maior do que nós. Pessoas desimpedidas passam por isso dia após dia. Mas chega a ser um tabu para os casais. E não estou falando apenas de homossexuais. Homens e mulheres se machucam o tempo todo quando chegam nesse estágio do relacionamento. É triste e desencorajador, mas devo dizer que para quem passa por isso, pode ser um grande ensinamento de vida.
Não sei se é por sermos dois homens ou se é por termos feito as coisas muito rápido, mas com menos de um ano de namoro, cansamos um do outro. O amor não diminuiu, pelo contrário, ainda é o mesmo. O que mudou foi a falta de novidade. Ele já tinha tido muito mais experiências do que eu. Havia passado por loucuras que rezo para nunca ter que passar. Mas eu, em termos, ainda sou um iniciante nesses assuntos. Ele queria mais do que isso.
Sugeri um terceiro. Sou MUITO mente aberta. A ideia não me magoou no início, embora tenha me assustado, confesso. Ele prontamente aceitou e aconteceu ainda nesse viagem. Minha primeira experiência a três, mas não a primeira dele, claro. Embora eu não tenho dito nada a princípio, isso mexeu comigo. Não soube como reagir. É estranho ver a pessoa que você ama com outro. Okay, eu deixei, eu permiti aquilo, mas quando aconteceu, fui invadido por um sentimento totalmente novo.
Depois da viagem, as coisas não melhoraram muito. Fizemos a "brincadeira" outras várias vezes, mas parecia não ser certo. Eu vejo pornografia online diariamente como todo garoto da minha idade. Isso nunca me afetou ao ponto do vício.
Então as desconfianças começaram.
Eu ia para o trabalho nos dias em que ele tinha folga e ficava imaginando o que ele estaria fazendo em casa. Ou com quem ele estaria. Vejam bem, não sou ciumento, mas eu já sabia do que ele era capaz por causa do sexo. Aliás, não se trata de ciúmes; é algo mais... ético. Poxa, somos um casal. Praticamente casados com alianças e tudo. Já fizemos ménage antes e não haveria por que pensar que pudesse haver traição no meio. Eu tinha esse sentimento dentro de mim - ainda tenho -, de querer conhecer alguém diferente, me envolver como me envolvi com ele. Sabem? Me sentir como me senti no começo com ele. Quando a chama da paixão era ardente e incontrolável. Mas não poderia deixar nada mesquinho aflorar de dentro de mim. Eu amo ele. Ponto.
E foi então que eu descobri. Eu já estava às vésperas de me formar na faculdade. Estava com emprego novo e tudo parecia correr as mil maravilhas. Eu soube através de um meio anônimo que ele estava saindo com outros caras. Não poderia dizer quantos, mas sabia que eram mais do que um. Meu mundo só não caiu por que sei me virar em situações de emergência. Sei alinhar meus pensamentos. Sei administrar o que é racional do que não é.
Não joguei nada na cara dele. Deixei as coisas fluirem. Continuei a trabalhar durante o dia e pegar o ônibus para ir a faculdade a noite. Nos finais de semana, eu limpava a casa e lavava nossas roupas. Por ter poucos amigos, praticamente não saia nas folgas.
Não demorou muito para eu também começar a sair com outras pessoas. As escondidas, claro. Era só sexo. Nada de contatos. Apenas satisfação da carne. Ele fez, por que eu não podia? Também sou jovem, bonito, por que bancar a Cinderela com a madrasta e as primas más? Podem me julgar a partir daqui, mas me senti revigorado. Senti a chama de novo. Não me senti me vingando, estava muito além disso.
As vezes ainda fazíamos nossos trios, mas com frequência menor do que antes. Então um dia, ele descobriu que eu também pulava a cerca como ele. O cara com quem eu havia saído numa folga minha em que ele trabalhou, não sei por qual motivo - talvez para ver o circo pegar fogo - mandou prints de nossas conversas para ele e aí... bem, não foi tão frio quando eu fui. Brigamos como nunca. Claro que já havíamos brigado antes por vários motivos diferentes - inclusive por sexo -, mas essa briga em especial foi a maior. Decidimos nos separar. Ele jogou varias hipocrisias na minha cara e eu, bem, eu aceitei. Foram sete dias sem nos vermos. Eu já estava pensando em me mudar para a casa de um primo até saber para onde iria, quando tivemos uma última conversa. Abri minha alma, expliquei o que eu havia feito e por quê. Lembram do que falei sobre não aceitar "nãos" como resposta? Pois é, isso vale para não aceitar que a culpa recaia sobre você também. Foi uma conversa difícil. Tínhamos um cachorro para cuidar. Uma casa alugada com um contrato de aluguel ainda longe de vencer e dívidas contraídas juntas para liquidar. Talvez tenha sido a junção de tudo isso, daquela dívida moral que eu sempre vou ter com ele por ter me ajudado tanto no começo, mas reatamos.
Continuamos juntos, embora elefantes ainda caminhem pela nossa casa. Eu sei perdoar. Já perdoei várias coisas e pessoas antes dele. Não guardo mágoas, pois sei dos malefícios que se dão com isso. Não gosto de atmosféras tóxicas dentro de um relacionamento, seja ele amoroso ou não.
Agora, sinceramente já não ligo para as folgas dele. Não ligo para o fato de quantos caras ele vai levar para a nossa cama enquanto eu Não estou por perto. Eu sou mente aberta ao extremo. Talvez se ele tivesse me pedido antes de fazer, eu tivesse deixado. Não estou decepcionado e não me sinto traído. Não choro por isso a noite depois que ele já dormiu. Minha consciência está, acreditem vocês, tranquila. Certa vez, num banheiro público, li a seguinte frase:
"Você tem certeza que não está colocando vírgulas ainda deveria estar colocando pontos finais?"
Pois é, eu sei que estou colocando vírgulas. Muitas. Sinto que metado de mim iria embora no momento em que nos separassemos definitivamente. Pois mudei muito depois que o conheci.
Mudo a cada dia estando perto dele e sabendo do que aconteceu. Me sinto preso. Preso em algo que já parou de andar. Isso me faz querer me odiar, mas eu também tenho amor próprio. Ou será que acho que tenho por pensar assim e fazer algo totalmente diferente?
Eu sou um garoto e a outra pessoa também é. Somos um casal homossexual vivendo num país predominantemente homofóbico e intolerante. Mas eu sei que essa minha história é a mesma que muitos outros casais vivem ou já viveram por aí. Eu amo esse cara. Amo ao ponto de ainda estar com ele depois de tudo. Amo ao ponto de saber que estaríamos melhor separados. Mas me faltam forças para dar esse passo.
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2019.07.07 04:17 Brasileirinh0 Vai passar.

Eu sei que vai passar, sei que novas amizades e novos namoros surgirão, na verdade eu não sei, eu tenho esperança, pois pra saber eu teria que ter passado por isso antes, mas essa é minha primeira vez.
Eu tô em ócio, depois de por toda minha dor pra fora durante dias, não vejo mais necessidade em fazê-la já que não vi resultado. Creio que o que mudou foi a perspectiva de uma vida nova, digo, quem nunca se recuperou após dias e meses sofrendo pelo término de um relacionamento que parecia eterno? Milhares de pessoas, essa é a resposta.
Eu ja desisti de desistir, mas a dor que sinto durante esse caminho, que eu não sei se no final vai valer a pena, me agoniza das entranhas aos neurônios.
Nunca fui de sair para festas, comemorações ou "rolês", nunca fui de ter mais que 1 ou 2 amigos, não sou do tipo que tem atitude para chegar em alguém, não sou do tipo que atraí qualquer um, não sou interessante, não tenho interesse em nada que não me dê prazer, me sinto um egoísta que não quer e não sabe como sair do conforto, um egoísta canalha que anseia por ser vítima de um homicídio ao cruzar as esquinas, um verme, que se alimenta das despesas que os outros criam para me dar do bom e do melhor, um hipócrita quanto à seus defeitos mas O mais sincero ao apontar o dedo.
Eu não espero animar ninguém com esse texto ridículo do roteiro de "Crepúsculo", apenas precisava colocar isso pra fora, em um lugar onde poderei ler quando estiver mais velho, e se deus quiser, dar boas gargalhadas do quão mesquinho eu era.
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2019.05.10 07:05 giulianosse Apatia; viver faz ainda menos sentido e literalmente não vejo saída pra isso

Aviso que isso vai ser longo. Provavelmente ninguém lerá até o fim, mas eu juro que tentei resumir o máximo que pude.
Background: 2018
Eu, 23 anos, basicamente um fracasso em quase todos os aspectos possíveis da vida.
Em julho descobri que seria jubilado no final do semestre após cursar 4 anos de um curso que eu amo em uma das faculdades mais prestigiosas do país pois não tinha vontade e ânimo de estudar (dificuldade de me adaptar = DPs = poucos amigos)... mas tudo bem
Sempre tive poucos amigos. Muitos colegas e conhecidos, mas poucos amigos de verdade. Sou super introvertido, mas depois que conheço mais a pessoa me torno o cara mais extrovertido do planeta. Não gosto de ir em festas e baladas onde não conheço ninguém, mas adoro passar uma noite enchendo a cara e falando/fazendo merda no boteco mais sujo da cidade com meus amigos. Sempre tive sobrepeso, fui feio e tive zero auto-estima, então nunca aprendi a me aproximar de alguém novo... mas tudo bem
Tenho os hobbies mais caseiros possíveis: livros, séries, jogos e filmes. Porém, assim como minha persona social, sou esquisito e sou doido de vontade de fazer outras coisas mais "ao ar livre" tipo viajar para outras cidades/países, ir em shows, festas, praticar um esporte; só faltava companhia mesmo... mas tudo bem.
Nunca tinha tido uma relação amorosa. Pior, sequer consigo conversar direito com meninas. Apesar de não ser mais bv, ainda assim era virgem e nunca tinha sentido vontade de ter um relacionamento... mas tudo bem.
Digo "tudo bem" pois eu aceitava perfeitamente a minha mediocridade. Eu não era feliz, mas de certa forma conformado e satisfeito com a minha situação... e isso era o que importava. Era contente e deixava a vida me levar.
Aí chegou setembro.
Logo no começo do mês, viajei com uns amigos e passamos um fim de semana enchendo a cara em um sítio, como fazemos semi-regularmente. Sempre vão basicamente as mesmas 8-10 pessoas, às vezes alguém novo. Eis que o impossível acontece: uma garota da minha idade, amiga comum de todos os meus companheiros (todos na casa dos 28 anos pra cima), também foi. Inicialmente eu não dei a mínima, mas aconteceu que ela estava 100% interessada em mim. Até eu, um zero a esquerda nesse assunto, notei isso na hora.
Enfim, por iniciativa dela acabamos se pegando (e eu, na ansiedade e pânico do momento, acabei nem me despedindo dela quando fui embora no domingo hahaha)
No dia seguinte, resolvi adicionar ela no Facebook (como faço com todas as pessoas novas que conheço) e, pasmem, ela vem puxar assunto. No começo, mal conseguia responder. Ela teve muita insistência em continuar me dando trela. Papo vai, papo vem e acabo "descobrindo" que ela estava realmente interessada em mim.
Acabou que, em basicamente uma semana, estávamos trocando mensagens todos os dias e conversando basicamente o dia inteiro sobre tudo, tudo mesmo. Contei coisas pessoais que nunca tinha falado pra ninguém. Ouvi, também. Éramos compatíveis em literalmente tudo. Nos abrimos como livros. Nunca havia sequer imaginado que poderia ser íntimo assim com outra pessoa em minha vida.
Acabou que, obviamente, nos apaixonamos. No começo foi meio estressante (duas semanas depois, primeiro encontro, eu já a pedindo em namoro e ouvindo um "não" porém continuamos interagindo da mesma maneira; ela ficando com outras pessoas em um bar e depois vindo contar, chorando, que não podíamos ser nada além de amigos; ela mudando de opinião 180º um fim de semana depois) mas deu que acabamos por enfim namorar.
Não quero me prender muito aos detalhes, mas apenas gostaria de dizer que foram os melhores três meses da minha vida. Eu a amei, e era tudo absolutamente 100% recíproco. Fizemos planos, fomos descobrindo ainda mais coisas e hobbies que éramos compatíveis... até brincávamos que estávamos bancando o Juscelino Kubitschek edificando Brasília - 50 anos em 5 - pelo ritmo das coisas. Não sou muito de filmes românticos, mas eu ainda acredito que nossa paixão era melhor que 95% de todos os roteiros e scripts que alguma vez já foram lançados no cinema (assistam "Spring" - além de ser um filme pica d+, é basicamente uma alegoria 1:1 do nosso namoro até então. Ficamos até meio chocados quando assistimos)
Nesse período eu também dei um duplo twist carpado na personalidade - minha auto estima foi de negativo a 100, comecei a me vestir melhor, fiquei mais extrovertido - as pessoas sempre nos chamavam para participar de qualquer coisa - e animado, comecei a expandir meu círculo social; passei no vestibular - extremamente concorrido e difícil da mesma universidade que fui desligado - sem estudar absolutamente nada, estava pronto para arranjar um estágio/emprego na área que sempre sonhei... Evoluí pessoal e profissionalmente nesses 3 meses o que não havia feito em 5 anos.
Começou 2019.
Tudo estava correndo na mais perfeita normalidade... até mais ou menos a metade de janeiro. No período de uma semana, um interruptor mudou nela. Da mesma maneira que a relação esquentou, esfriou... porém sem nenhum motivo óbvio. A mudança foi de nível "trocar 300 mensagens melosas por dia e o caralho a quatro" e contar os segundos até que pudéssemos nos ver novamente pra "tô cansada e ocupada, só posso falar de noite" e ficar indiferente quando finalmente nos encontrávamos.
No último dia do mês ela terminou por telefone. Ela disse que "não estávamos na mesma fase de vida" (ela havia terminado uma relação de 6 anos no começo de 2018) e que se isso continuasse ela iria me tratar ainda pior a cada dia que passasse, como foi com o ex dela. Disse que gostaria de continuar "sendo amigos", mas nem isso acabou por ser recíproco. Provavelmente queria aproveitar a vida e não arrumar outra relação séria tão cedo, enfim.
Antes que alguém pense nisso - não, eu não estava sendo traído nem nada do estilo. Disso eu tenho absoluta certeza pelo que eu conhecia dela. E também não digo que eu não tive culpa de nada - durante o último mês da relação, a falta de reciprocidade estourou a minha ansiedade pra mil e isso mais que certeza contribuiu bastante pro final.
Para a surpresa de ninguém, isso foi como um tiro pra mim. Não esperava um término de fato, ainda mais sem nenhuma explicação. Mas o pior do pior de tudo foi o pós - agora, no caso.
Pense em alguém que esteve a vida inteira caído no chão. Um belo dia, alguém lhe dá a mão e a ajuda a levantar. Assim que a pessoa, por fim, finalmente fica de pé, alguém passa uma rasteira por trás e a pessoa volta a cair no chão.
Como eu falei, antes eu era medíocre, mas era conformado. Hoje eu voltei à mesma mediocridade, mas não consigo mais me contentar após ter visto "o outro lado" da vida. Como era bom ter uma pessoa na vida que realmente se importava com você. Como era ser amado por outra pessoa. O que é intimidade. Como é bom ser valorizado pelo que você é.
Infelizmente, tudo que conquistei acabou por voltar ao modo que era antes. Estou na mesma merda em relação à faculdade (falta de ânimo pra estudar = fazer poucas matérias no semestre = deixar de me enturnar com os outros calouros = suicídio social 2.0), não consegui um estágio, tenho quase 24 anos sem experiência profissional, sem um diploma, sem círculos sociais novos.
Nem tudo foi pro lixo. Ainda mantenho o meu peso (lá pra maio do ano passado comecei a fazer uma dieta que emagreci 25kg em 6 meses - me perguntem sobre jejum intermitente que eu sou profissa nisso!) e me sinto 1% mais confortável no meu corpo, minha relação com o meu pai melhorou e não perdi nenhum amigo que tinha após o termino (tanto porque nosso círculo social era o mesmo).
Porém, eu tenho vontade de acabar com tudo todos os dias.
Diversas pessoas me contaram, na época, que isso ia passar. Eu ainda penso nisso quase todos os dias. Pior ainda pois estou bem desocupado (tenho só 2 aulas por semana).
Venho tentando ser o mais social possível, organizando bares, encontros entre amigos, programas, churrascos... tudo pra ter um pouco de companhia. Mas, eu te pergunto, e aí? Todos meus amigos, por serem mais velhos, tem suas responsabilidades e não estão sempre disponíveis. Sem contar que eu sinto que a cada dia eles estão se enchendo de mim, por eu estar projetando toda essa carência (só conversei sobre meu término de vdd com um dos meus amigos, que além de ser família eu o considero praticamente como um irmão)
Nunca fui fã de acreditar em destino, mas vira e mexe me pego pensando "será que ela era 'a minha alma gêmea' e como eu caguei na oportunidade ficarei solitário pelo resto da minha vida?". Leio milhões de relatos na Internet de pessoas que são solteiras com seus 30, 40, 50 anos e me vejo no lugar delas. Tentei por um tempo dating apps mas foram poucas pessoas que me interessaram, ainda menos que sequer responderam minhas mensagens e nenhuma até agora que sequer deu a mínima bola. Me considero um 6 de aparência, mas sempre me prezei pelo meu humor e capacidade de conversa. Fato é que ninguém me quer.
Com toda certeza também nunca encontrarei alguém como ela na minha vida. Isso não é papo e sim praticamente um fato. Quais as chances de alguém, além de me achar interessante e bonito, dar a iniciativa que está afim de mim, me dar bola, ser bonita, possuir os exatos mesmos gostos e hobbies, mesma personalidade, mesmo senso de humor, maturidade... mesma porra toda? E ainda possível conhecer ela por intermédio de amigos? Absolutamente zero.
E é por isso que não vejo mais sentido nessa vida. Só estou prolongando o meu sofrimento e apatia a cada dia que passa. Estamos já quase na metade do ano em um piscar de olhos e sinto que tô jogando minha vida no lixo. Francamente, meu desejo de viver acabou quatro meses atrás e atualmente eu sou apenas um zumbi vivendo em função do momento. Não há um dia que passe e eu não pense em como seria reconfortante dar um fim nisso tudo.
Se você leu até aqui: meus eternos agradecimentos e desculpas por ser algo tão patético. Desabafar me trouxe um alívio momentâneo, mas atualmente é tudo que eu tenho.
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2018.05.28 05:46 rotpumpkin Dificuldade com garotas

Eu postei algo parecido no Advice e lembrei que existe esse sub BR aqui, apesar de ser um pouco diferente, mas enfim.
Eu sempre fui muito tímido e ansioso, e isso obviamente me prejudicou no quesito "relacionamentos afetivos". Eu nunca cheguei a ter um namoro sério, só alguns beijos séculos atrás, uns selinhos ali, e uma webnamorada que durou um mês (a gente só se viu uma vez e também só ficamos andando no shopping sem falar nada, dá um cringe absurdo só de lembrar). Pois é, eu também já me frustrei muito por me apaixonar e criar expectativas imaginando coisas sem ter nenhuma atitude e depois sofrer por isso (vi uma imagem hoje que ilustra exatamente isso). Enfim, eu amadureci mais um pouco e não caio mais na minha própria armadilha, mas dessa vez sinto que pode acontecer algo de verdade.
Alguns anos atrás eu conheci uma garota que estava no mesmo ônibus pra uma excursão pra Aparecida do Norte, ela mora na outra esquina, a mãe dela e a minha já se conheciam e são bem amigas, mas eu não lembro de ter visto ela antes. Eu tava com uma camisa do Nirvana e ela perguntou se eu gostava, tava aí uma ótima oportunidade pra conhecer mais ela e conversar, mas vcs acham que foi isso que aconteceu? Achou errado, otário. A gente ficou andando por aquele camelódromo cheio de... (camelôs?) e eu sem ter a minima ideia do que falar só fiquei apontando e rindo com ela das camisas de banda que a gente via nas vendas. Ela também parece ser bem tímida, mas mesmo assim eu fiquei muito frustrado depois de não ter conversado e conhecido ela melhor, mas com o tempo isso foi passando.
Eu via ela de vez em quando quando saía com meus pais pra algum churrasco na casa de alguém, mas também nunca cheguei a conversar melhor com ela. Semana passada foi o aniversário de uma amiga dela, que os pais também são amigos dos meus pais, e eu já tinha montando aquele "roteiro mental" de conversar com ela e tudo mais, só que nada disso aconteceu, ela mal sentou na mesa que a gente tava, tava mais com outras pessoas, e eu voltei pra casa me sentindo um bosta de novo. Só que com mais esperança por que no domingo seguinte, no caso hoje (ou ontem), seria o aniversário do meu pai que elas viriam e eu teria o "controle total" do lugar, já que eu moro aqui né.
Resumindo, ela é mó fã de Evanescence, e eu coloquei pra tocar na TV (smart no youtube) e ela gostou, fiquei perto dela e ela comentou algumas coisas, a gente conversou um pouco sobre músicas, filmes, mas mesmo assim eu senti que não foi o suficiente. Pelo menos eu pedi o whatsapp dela pra ver se mantenho o assunto virtualmente, até porque é mais fácil de conversar assim. O problema é que eu também não manjo muito de como manter a conversa boa e interessante, pra aumentar o nosso "nível de aproximação" pra que a coisa fique mais íntima quando a gente se ver de novo. Pior é que eu também não sei flertar, então eu me ferrei ou não? Esqueço essa mina e me afundo no fortnite de vez, ou me esforço pra conquistar algo legal pro futuro? KKKKKKKKKKKKK serio me ajudem pls
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